Letra de Bailanta da Alpargata - Marcio Correia
Disco A
01
Churrasco na Brasa
02
Uma Vaneira de Respeito
03
Retemperado a Gaitaço
04
Tava Eu e o Gaiteiro
05
Floreando a Cordeona
06
Compadre Chico
07
É Umazinha e Deu
08
O Velho Tropeiro
09
Pra Amenizar a Saudade
10
Pronto Pra Dois
11
Cara de Cadela
12
Cada Coisa em Seu Lugar
13
Nojento na Vaneira
14
Por Que
15
Bailanta da Alpargata
16
Nega Mosquita
17
No Cabo da Dança
Bailanta da Alpargata
(letra: João Alberto Pretto | música: Valdomiro Maicá/Atahualpa Ottonelli Maicá)
Foi num surungo missioneiro em caibaté
Um arrasta-pé de "tremê" toda a carcaça
Mais turbinado do que foguete de russo
"carcava" o fuço que nem porco nas batata'
Pilcha da hora, boina, faixa e alpargata
Pra algum desata, um trinta adulando o joelho
Lá pelas tanta', eu perdi uma alpargata
Saí na cata, aplainando o tornozelo
E quanto mais ia tateando
Mais e mais ia empurrando
No meio da polvadeira
Um pé sim, outro faltando
Já tava num tranco manco
Com a china me reclamando
Vê se acha esta alpargata
Que eu também já tô mancando
Surungo guapo, de "lanhá" cueca em virilha
Com a panturrilha embolada a vanerão
Naquele malho, falquejando o agasalho
E dê-lhe atalho, com um pé só, pelo chão
E assim tranquei, trazendo a noite no colo
Com torcicolo, de tanto cata-não-cata
E a indiada buena, chutando o stress da vida
Se divertia na bailanta da alpargata
E quanto mais ia tateando...
Foi num surungo missioneiro em caibaté
Um arrasta-pé de "tremê" toda a carcaça
Mais turbinado do que foguete de russo
"carcava" o fuço que nem porco nas batata'
Pilcha da hora, boina, faixa e alpargata
Pra algum desata, um trinta adulando o joelho
Lá pelas tanta', eu perdi uma alpargata
Saí na cata, aplainando o tornozelo
E quanto mais ia tateando
Mais e mais ia empurrando
No meio da polvadeira
Um pé sim, outro faltando
Já tava num tranco manco
Com a china me reclamando
Vê se acha esta alpargata
Que eu também já tô mancando
Surungo guapo, de "lanhá" cueca em virilha
Com a panturrilha embolada a vanerão
Naquele malho, falquejando o agasalho
E dê-lhe atalho, com um pé só, pelo chão
E assim tranquei, trazendo a noite no colo
Com torcicolo, de tanto cata-não-cata
E a indiada buena, chutando o stress da vida
Se divertia na bailanta da alpargata
E quanto mais ia tateando...