Letra de Doma Tradicional - Paullo Costa
Disco A
01
Com o Sul no Coração
02
Bem a Cavalo
03
De Como Cantar um Hino
04
Milonga de Capataz
05
Doma Tradicional
06
No Rincão da Martinica
07
Amigo é Para Sempre
08
Quando Retorno Mãe Velha
09
Sem Diploma
10
Iluminai as Famílias
11
Pampa e Sertão
12
Convite ao Sul
13
Isto é Rio Grande
14
Lembranças do Tempo Antigo
15
Do Meu Jeitão
16
Trajetória
17
Recomeço
Doma Tradicional
Entre patas e relinchos
E alguns manojos de crina
É que vive esse ginete
Entre o rio grande e a argentina
Pra entrega o cavalo manso
Só quando a doma termina
Do potro me fiz escravo
Tropilhas buenas de bravo
Que um índio taura arrocina
Forma potros na mangueira
Pealo e bota o buçal
Em seguida a maneia
Depois enfio o bocal
Sempre tive este cuidado
Domo pra não puxar mal
É a forma que aprendi
A doma tradicional
É a forma que aprendi
A doma tradicional
Bem orelhado o ventena
Bota a carona e o socado
Cincha no osso do peito
E deixo bem apertado
Pelego, cinchão e rabicho
Monto o que já tá encilhado
Se o maula sair berrando
As rosetas vão cortando
E eu vou batendo cruzado
Forma potros na mangueira
Pealo e bota o buçal
Em seguida a maneia
Depois enfio o bocal
Sempre tive este cuidado
Domo pra não puxar mal
É a forma que aprendi
A doma tradicional
É a forma que aprendi
A doma tradicional
Gosto do urco veiaco
Que saiba corcovear
Desses que dobra o espinhaço
Fazendo um arco no ar
Que se brandeie lá em cima
Tenteando me derrubar
Deixo o maula cortado
Depois de queixo quebrado
Aprende a me carregar
Forma potros na mangueira
Pealo e bota o buçal
Em seguida a maneia
Depois enfio o bocal
Sempre tive este cuidado
Domo pra não puxar mal
É a forma que aprendi
A doma tradicional
É a forma que aprendi
A doma tradicional
É a forma que aprendi
A doma tradicional
E alguns manojos de crina
É que vive esse ginete
Entre o rio grande e a argentina
Pra entrega o cavalo manso
Só quando a doma termina
Do potro me fiz escravo
Tropilhas buenas de bravo
Que um índio taura arrocina
Forma potros na mangueira
Pealo e bota o buçal
Em seguida a maneia
Depois enfio o bocal
Sempre tive este cuidado
Domo pra não puxar mal
É a forma que aprendi
A doma tradicional
É a forma que aprendi
A doma tradicional
Bem orelhado o ventena
Bota a carona e o socado
Cincha no osso do peito
E deixo bem apertado
Pelego, cinchão e rabicho
Monto o que já tá encilhado
Se o maula sair berrando
As rosetas vão cortando
E eu vou batendo cruzado
Forma potros na mangueira
Pealo e bota o buçal
Em seguida a maneia
Depois enfio o bocal
Sempre tive este cuidado
Domo pra não puxar mal
É a forma que aprendi
A doma tradicional
É a forma que aprendi
A doma tradicional
Gosto do urco veiaco
Que saiba corcovear
Desses que dobra o espinhaço
Fazendo um arco no ar
Que se brandeie lá em cima
Tenteando me derrubar
Deixo o maula cortado
Depois de queixo quebrado
Aprende a me carregar
Forma potros na mangueira
Pealo e bota o buçal
Em seguida a maneia
Depois enfio o bocal
Sempre tive este cuidado
Domo pra não puxar mal
É a forma que aprendi
A doma tradicional
É a forma que aprendi
A doma tradicional
É a forma que aprendi
A doma tradicional