Letra de Esta Vaneira - Pedro Missioneiro
Disco A
01
Baile de Corredor
02
Esta Vaneira
03
Com Cara de Tempo Feio
04
Paixão Doentia
05
Noivinha
06
Altar Galponeiro
07
O Jeito do Gaúcho
08
Eu e a Tapera
09
Perdi o Sono
10
De Férias Com o Totó
11
Ao Amigo "mite"
12
Usina Passo São João
13
Vivendo de Saudades
13
Vivendo de Saudades
14
Levando Flores Pra Mãe
15
Bamo Meu Cavalo
Esta Vaneira
(paulo ricardo costa/josé claro "zezinho")
esta vaneira tem borralho e picumã
resto de noite na fumaça dos tições
iluminada com pavio e querosene
luz de candieiro que dá vida pros galpões
tem sentimento dum campeiro quando volta
da lida bruta que repassa ao dia a dia
no chão batido roseteado das esporas
que, campo afora, vão virando melodias
esta vaneira foi templada na xucreza
sovando notas de uma gaita de botão
É o próprio hino do rio grande que renasce
pelos farranchos de capim caramanchão
esta vaneira, quando a noite se debruça
quebra o silêncio e junta o povo no galpão
ajeita as coisas pra quem traqueja um namoro
numa vaneira a gente espanta a solidão
marca baguala desta pátria de onde eu venho
ensinamento dos gaiteiros mais antigos
que chega ao tranco, trançada tento por tento
pra um novo tempo onde o verso pede abrigo
esta vaneira foi templada na xucreza...
esta vaneira tem gosto de mate amargo
da água quente da cambona cascurrenta
fedendo a crina dum bagual ainda suado
desses ventenas que por nada se arrebenta
e quando a noite se acomoda, sorrateira
ela se solta de algum fole galponeiro
de nota em nota acariciada pelos dedos
conta segredos que só conhece o gaiteiro
esta vaneira foi templada na xucreza...
esta vaneira tem borralho e picumã
resto de noite na fumaça dos tições
iluminada com pavio e querosene
luz de candieiro que dá vida pros galpões
tem sentimento dum campeiro quando volta
da lida bruta que repassa ao dia a dia
no chão batido roseteado das esporas
que, campo afora, vão virando melodias
esta vaneira foi templada na xucreza
sovando notas de uma gaita de botão
É o próprio hino do rio grande que renasce
pelos farranchos de capim caramanchão
esta vaneira, quando a noite se debruça
quebra o silêncio e junta o povo no galpão
ajeita as coisas pra quem traqueja um namoro
numa vaneira a gente espanta a solidão
marca baguala desta pátria de onde eu venho
ensinamento dos gaiteiros mais antigos
que chega ao tranco, trançada tento por tento
pra um novo tempo onde o verso pede abrigo
esta vaneira foi templada na xucreza...
esta vaneira tem gosto de mate amargo
da água quente da cambona cascurrenta
fedendo a crina dum bagual ainda suado
desses ventenas que por nada se arrebenta
e quando a noite se acomoda, sorrateira
ela se solta de algum fole galponeiro
de nota em nota acariciada pelos dedos
conta segredos que só conhece o gaiteiro
esta vaneira foi templada na xucreza...