Letra de A Gaita do Falecido - Crioulo Batista
Disco A
01
Alambrador
02
Vem Chegando o Gaiteiro
03
Campereada de Gaiteiro
04
Visita na Estância
05
Chapéu Grande e Bombachão - part. João Luiz Corrêa
06
Que Será Que Aconteceu?
07
A Paixão do Juventino
08
Rio Grande, Cordiona, Gaiteiro e Bugio - part. Gildinho (Os Monarcas)
09
Raça Gaúcha
10
A Gaita do Falecido
11
Meu Martirio - Cleomar Gomes (Grupo Cambicho) - part. Edson Dutra (Os Serranos)
12
Sovado de Potro e China
13
Potreiro de Guaxo - part. Walther Morais
14
De Penetra nas Festas
A Gaita do Falecido
Quando eu partir não quero grito e nem choro
Por que eu não quero que a tristeza vá comigo
Peguem minha gaita que pra mim vale um tesouro
E vão tocando até meu derradeiro abrigo
Naturalmente que ao chegar no cemitério
O porteiro não vai deixar entrar tocando
Até ali já fizeram como eu quero
Larguem da gaita e podem continuar rezando
A minha gaita vou deixar como lembrança
Pra algum dos filhos que tiver a vocação
O que eu não quero ela em mão de criança
Andar rolando pelos banco ou pelo chão
Ah minha esposa quero deixar um pedido
Enquanto ela de mim se recordar
Se por ventura arranjar outro marido
Na minha gaita não é pra deixar tocar
Não é ciúme não é nada não é intriga
Pouco me importa depois que eu tenha morrido
Tudo o que eu quero é que o malvado nunca diga
Fiquei com a gaita e a muié do falecido.
Por que eu não quero que a tristeza vá comigo
Peguem minha gaita que pra mim vale um tesouro
E vão tocando até meu derradeiro abrigo
Naturalmente que ao chegar no cemitério
O porteiro não vai deixar entrar tocando
Até ali já fizeram como eu quero
Larguem da gaita e podem continuar rezando
A minha gaita vou deixar como lembrança
Pra algum dos filhos que tiver a vocação
O que eu não quero ela em mão de criança
Andar rolando pelos banco ou pelo chão
Ah minha esposa quero deixar um pedido
Enquanto ela de mim se recordar
Se por ventura arranjar outro marido
Na minha gaita não é pra deixar tocar
Não é ciúme não é nada não é intriga
Pouco me importa depois que eu tenha morrido
Tudo o que eu quero é que o malvado nunca diga
Fiquei com a gaita e a muié do falecido.