Letra de Juntando Beiço com Beiço - Grupo Candieiro
Juntando Beiço com Beiço
Letra: João Sampaio e Silvestre Araújo
Melodia: Elton Saldanha
Numa bailanta campeira
Onde a indiada se assanha
Flor da gaita se abre com o perfume da campanha
Numa vaneira cuiuda conforme o vento se expande
Levando pra todo lado a gauchada do rio grande
Masca o freio mulheril
Quando a cordeona ronca
Meia fina e meia grossa
Surge em cada costado
Um violão e um pandeiro
Iniciando o fandango no velho estilo campeiro
OLHA BEM COMO É QUE É MUIÉ...MUIÉ
UM ARRASTA PÉ PRA UM VANEIRÃO QUE É BÃO, BÃO
ARRODEIA,GINETEIA R
E LEVANTA A POEIRA DO CHÃO
EU TE AGARRO,TU ME AGARRA
É BEM ASSIM QUE SE FAZ
BATE O PÉ, CHACOIA AS ANCAS E ATIRA A CAIXA PRÁ TRÁS
JUNTEMO BEIÇO COM BEIÇO E NINGUÉM NOS SEPARA MAIS
A gaita retrecha e bufa
O pandeiro é um tuque-tuque
E o povo redemuinhando que nem sessão de batuque
Até o conjunto se asssanha no meio da polvadeira
Um violão véio zunindo que nem mosca varejeira
E por mais de meia légua se escuta um arrasta pé
O alarido dos machos ea risada das muié
O gaiteiro bate o pé no compasso fandangueiro
E o entra-sai parece que este rancho é um formigueiro
Um paisano meio gordo
Larga um Sapucaí carancho
De estremecer o lampião e estufa a quincha do rancho
Um gaúcho e um correntino levanta pó na fronteira
E saem entreverados caloqueando uma vaneira
Quando ronca uma cordeona
Parece que o vento fala
E a indiada veiaqueia
se acrocando pela sala
Arrasta os bancos pra fora e a sala fica pequena
E eu fico tonto dançando com o perfume da morena
Melodia: Elton Saldanha
Numa bailanta campeira
Onde a indiada se assanha
Flor da gaita se abre com o perfume da campanha
Numa vaneira cuiuda conforme o vento se expande
Levando pra todo lado a gauchada do rio grande
Masca o freio mulheril
Quando a cordeona ronca
Meia fina e meia grossa
Surge em cada costado
Um violão e um pandeiro
Iniciando o fandango no velho estilo campeiro
OLHA BEM COMO É QUE É MUIÉ...MUIÉ
UM ARRASTA PÉ PRA UM VANEIRÃO QUE É BÃO, BÃO
ARRODEIA,GINETEIA R
E LEVANTA A POEIRA DO CHÃO
EU TE AGARRO,TU ME AGARRA
É BEM ASSIM QUE SE FAZ
BATE O PÉ, CHACOIA AS ANCAS E ATIRA A CAIXA PRÁ TRÁS
JUNTEMO BEIÇO COM BEIÇO E NINGUÉM NOS SEPARA MAIS
A gaita retrecha e bufa
O pandeiro é um tuque-tuque
E o povo redemuinhando que nem sessão de batuque
Até o conjunto se asssanha no meio da polvadeira
Um violão véio zunindo que nem mosca varejeira
E por mais de meia légua se escuta um arrasta pé
O alarido dos machos ea risada das muié
O gaiteiro bate o pé no compasso fandangueiro
E o entra-sai parece que este rancho é um formigueiro
Um paisano meio gordo
Larga um Sapucaí carancho
De estremecer o lampião e estufa a quincha do rancho
Um gaúcho e um correntino levanta pó na fronteira
E saem entreverados caloqueando uma vaneira
Quando ronca uma cordeona
Parece que o vento fala
E a indiada veiaqueia
se acrocando pela sala
Arrasta os bancos pra fora e a sala fica pequena
E eu fico tonto dançando com o perfume da morena