Letra de Juntando Beiço Com Beiço - Grupo Candieiro
Disco A
01
Vem Chegando O Gaiteiro
02
Alambrador
03
À Moda Campeira
04
Mulher Chorona
05
Marcação
06
O Rei Do Vanerão
07
Tá Pegando Fogo
08
Guasca e Domador
09
Estirpe Gaúcha
10
Tio Juvêncio
11
Todo Mundo Veio Pro Rodeio
12
Cancha Reta
13
Juntando Beiço Com Beiço
14
Tô Chegando no Pedaço
15
Cheguemo no Baile
16
Buenas Amigo
Juntando Beiço Com Beiço
Letra: João Sampaio e Silvestre Araújo
Melodia: Elton Saldanha
Numa bailanta campeira
Onde a indiada se assanha
Flor da gaita se abre com o perfume da campanha
Numa vaneira cuiuda conforme o vento se expande
Levando pra todo lado a gauchada do rio grande
Masca o freio mulheril
Quando a cordeona ronca
Meia fina e meia grossa
Surge em cada costado
Um violão e um pandeiro
Iniciando o fandango no velho estilo campeiro
OLHA BEM COMO É QUE É MUIÉ...MUIÉ
UM ARRASTA PÉ PRA UM VANEIRÃO QUE É BÃO, BÃO
ARRODEIA,GINETEIA R
E LEVANTA A POEIRA DO CHÃO
EU TE AGARRO,TU ME AGARRA
É BEM ASSIM QUE SE FAZ
BATE O PÉ, CHACOIA AS ANCAS E ATIRA A CAIXA PRÁ TRÁS
JUNTEMO BEIÇO COM BEIÇO E NINGUÉM NOS SEPARA MAIS
A gaita retrecha e bufa
O pandeiro é um tuque-tuque
E o povo redemuinhando que nem sessão de batuque
Até o conjunto se asssanha no meio da polvadeira
Um violão véio zunindo que nem mosca varejeira
E por mais de meia légua se escuta um arrasta pé
O alarido dos machos ea risada das muié
O gaiteiro bate o pé no compasso fandangueiro
E o entra-sai parece que este rancho é um formigueiro
Um paisano meio gordo
Larga um Sapucaí carancho
De estremecer o lampião e estufa a quincha do rancho
Um gaúcho e um correntino levanta pó na fronteira
E saem entreverados caloqueando uma vaneira
Quando ronca uma cordeona
Parece que o vento fala
E a indiada veiaqueia
se acrocando pela sala
Arrasta os bancos pra fora e a sala fica pequena
E eu fico tonto dançando com o perfume da morena
Melodia: Elton Saldanha
Numa bailanta campeira
Onde a indiada se assanha
Flor da gaita se abre com o perfume da campanha
Numa vaneira cuiuda conforme o vento se expande
Levando pra todo lado a gauchada do rio grande
Masca o freio mulheril
Quando a cordeona ronca
Meia fina e meia grossa
Surge em cada costado
Um violão e um pandeiro
Iniciando o fandango no velho estilo campeiro
OLHA BEM COMO É QUE É MUIÉ...MUIÉ
UM ARRASTA PÉ PRA UM VANEIRÃO QUE É BÃO, BÃO
ARRODEIA,GINETEIA R
E LEVANTA A POEIRA DO CHÃO
EU TE AGARRO,TU ME AGARRA
É BEM ASSIM QUE SE FAZ
BATE O PÉ, CHACOIA AS ANCAS E ATIRA A CAIXA PRÁ TRÁS
JUNTEMO BEIÇO COM BEIÇO E NINGUÉM NOS SEPARA MAIS
A gaita retrecha e bufa
O pandeiro é um tuque-tuque
E o povo redemuinhando que nem sessão de batuque
Até o conjunto se asssanha no meio da polvadeira
Um violão véio zunindo que nem mosca varejeira
E por mais de meia légua se escuta um arrasta pé
O alarido dos machos ea risada das muié
O gaiteiro bate o pé no compasso fandangueiro
E o entra-sai parece que este rancho é um formigueiro
Um paisano meio gordo
Larga um Sapucaí carancho
De estremecer o lampião e estufa a quincha do rancho
Um gaúcho e um correntino levanta pó na fronteira
E saem entreverados caloqueando uma vaneira
Quando ronca uma cordeona
Parece que o vento fala
E a indiada veiaqueia
se acrocando pela sala
Arrasta os bancos pra fora e a sala fica pequena
E eu fico tonto dançando com o perfume da morena