Letra de Tristeza Chamamecera - Luiz Carlos Borges
Disco A
01
A Copla de Assoviar Solito
02
Sob a Aba do Chapéu
03
Mestre Chiquinho
04
Semente, Vento e Palanque
05
Romance na Tafona
06
Sangue Italiano, Alma Brasileira
07
Telmo de Lima dos Versos Freitas
08
Fronteiras do Iguaçu
09
Tristeza Chamamecera
10
Modinha Pro Moda
11
Luizinho
Disco B
01
Fotografia
02
De Véio Pra Véio
03
Sol e Neve
04
Forró Vienense
05
Suite Para Tio Albino
06
Pega na Sanfona
07
Vaneirão Metaleiro
08
Descendo a Serra
09
Relembrando Tio Eucldes
10
Vaneirão Bachiano
11
Amigos do Tambo
Tristeza Chamamecera
Goteja lá das estrelas
Com um assento guaranyetê
O mel que adoça um pouco
A tristeza índia do chamamé
Do olhar manso do cacique
Vendo o último tapé
Pingou a angústia sangüínea
Que anda nas veias do chamamé
Ficou enredado aqui dentro
O pio tristonho de uma irerê
E um gosto de fruta agreste
Do céu da boca do chamamé
Olor de touros e pumas
Cordeona hoje eu sei porque
Tu tens um cheiro de malva
E de flor do campo do chamamé
Às vezes quieto e solito
Olho esta terra tupamba´é
E a mágoa que turva os olhos
Sai pelos dedos num chamamé
Canção dos ranchos posteiros
Será sempre o meu payê
Se até o vento maleva
Quando assobia é um chamamé
Por isso eu canto sempre
Com esta prosódea aváñe´é
E o grito de quem não grita
É o sapucay do meu chamamé
Olor de touros e pumas
Cordeona hoje eu sei porque
Tu tens um cheiro de malva
E de flor do campo do chamamé
Que o grande tupã me guarde
Com este entono imaguaré
Que eu tenho a sina costeira
De pés descalços sem cachapé
Tocando mi m´baracá
E embalando este sonho añe
Vou morrer crucificado
De gaita aberta num chamamé!
Com um assento guaranyetê
O mel que adoça um pouco
A tristeza índia do chamamé
Do olhar manso do cacique
Vendo o último tapé
Pingou a angústia sangüínea
Que anda nas veias do chamamé
Ficou enredado aqui dentro
O pio tristonho de uma irerê
E um gosto de fruta agreste
Do céu da boca do chamamé
Olor de touros e pumas
Cordeona hoje eu sei porque
Tu tens um cheiro de malva
E de flor do campo do chamamé
Às vezes quieto e solito
Olho esta terra tupamba´é
E a mágoa que turva os olhos
Sai pelos dedos num chamamé
Canção dos ranchos posteiros
Será sempre o meu payê
Se até o vento maleva
Quando assobia é um chamamé
Por isso eu canto sempre
Com esta prosódea aváñe´é
E o grito de quem não grita
É o sapucay do meu chamamé
Olor de touros e pumas
Cordeona hoje eu sei porque
Tu tens um cheiro de malva
E de flor do campo do chamamé
Que o grande tupã me guarde
Com este entono imaguaré
Que eu tenho a sina costeira
De pés descalços sem cachapé
Tocando mi m´baracá
E embalando este sonho añe
Vou morrer crucificado
De gaita aberta num chamamé!