Letra de Lida de Campo - com Gerson Brandolt - Cristiano Fantinel
Disco A
01
Arrocinado
02
Parelhas - com Pirisca Grecco
03
Contra Fogo Não Hay Ferro
04
Meu Nome é Peão Rural - com Adair de Freitas
05
Pra Ganha as Campereada
06
A Buscar Guarida - com Filipi Coelho
07
Lida de Campo - com Gerson Brandolt
08
A Ronda
09
Rancho Solidão
10
De Campo e Pecuária - com Juliano Moreno
11
As Tropas de Jangota
12
Sem Compromisso - com Márcio Correia
13
O Preço da Lã - com Neiton Perufo
Lida de Campo - com Gerson Brandolt
(Letra: Gerson Brandolt | Música: Gerson Brandolt/Beto Villaverde)
Mangueira de pedra bruta, porteira de varejão
Tronco bueno de pau ferro pra lidar com a criação
Campo fino, aguada boa, o gado pega a engordar
Uma vacagem pampeana que dá gosto de se olhar
Um mouro marca de cuia, parceiro pra toda hora
Que troteava se espiando pra roseta das esporas
Um laço de doze braças, pachola, atado nos tentos
Um Cury encouraçado toureando a força dos ventos
Isto é Rio Grande, este é meu chão
Pago gaúcho que trago no coração
Isto é Rio Grande, xucro e campeiro
E esta é a minha vida neste rancho de posteiro
O dia a dia do campo e as pegadas da lida
É a vaca que lambe a cria no pasto, recém-parida
O tranco manso do pingo são quadros de campereadas
O cusco costeando o estribo retornando da invernada
A tarde chega de manso, encerro a terneirada
Me recolho pra o galpão pra matear com a prenda amada
Morena dos olhos negros que encantam este campeiro
Mais um dia que se vai neste rancho de posteiro
Isto é Rio Grande, este é meu chão...
Mangueira de pedra bruta, porteira de varejão
Tronco bueno de pau ferro pra lidar com a criação
Campo fino, aguada boa, o gado pega a engordar
Uma vacagem pampeana que dá gosto de se olhar
Um mouro marca de cuia, parceiro pra toda hora
Que troteava se espiando pra roseta das esporas
Um laço de doze braças, pachola, atado nos tentos
Um Cury encouraçado toureando a força dos ventos
Isto é Rio Grande, este é meu chão
Pago gaúcho que trago no coração
Isto é Rio Grande, xucro e campeiro
E esta é a minha vida neste rancho de posteiro
O dia a dia do campo e as pegadas da lida
É a vaca que lambe a cria no pasto, recém-parida
O tranco manso do pingo são quadros de campereadas
O cusco costeando o estribo retornando da invernada
A tarde chega de manso, encerro a terneirada
Me recolho pra o galpão pra matear com a prenda amada
Morena dos olhos negros que encantam este campeiro
Mais um dia que se vai neste rancho de posteiro
Isto é Rio Grande, este é meu chão...