Letra de Dê-lhe Que Dê-lhe Vaneira - Grupo Chão Nativo

Dê-lhe Que Dê-lhe Vaneira

Bamo que bamo dê-lhe que dê-lhe vanera
bamo que bamo dê-lhe que dê-lhe vanera
bamo que bamo nessa marca tafoneira
xixo cuiudo que faz saltar da peneira

É fandango macho que o índio quebra o cacho
dançando de espora faz estrago e alarido
bate o pé no chão riscando no salão
vai metendo os peitos e se enredando nos vestidos
É só na vanera que se levanta a poeira
e segue esse tranco num balança mas não cai
sacudindo os quarto e chacoalhando as cuaiera
se o baiel é na fronteira nunca falta um sapucay

eu sou um índio taita quando eu abro a gaita
a minha garganta tem a voz de um clarim
e nesse gaitaço hoje eu vou mostrar
todo o gauchismo que brota dentro de mim
bamo que bamo nesse tranco macanudo
É muito cuiudo pra incendiar o chinaredo
É desse jeito que se baila na fronteira
a noite inteira até de manhã bem cedo.

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