Letra de Madrugador - Carlos Moacir
Disco A
01
No Coração do Meu Violão
02
Rosetas de Sangue
03
Pra Ela
04
Pastorejando
05
Ginete
06
Sentimento de Gaita
07
Madrugador
08
Terra Santa
09
Um Regalo Para Dom Telmo
10
De Versos Y Prosas
11
Coxilha de Ronda
12
Da Solidão dos Poetas
13
Hasta La Vuelta
14
De Mãos Vazias
15
Pra Me Encontrar na Saudade
16
Que Homens São Esses
17
Andorinha da Noite
18
Silêncio nas Casuarinas
19
Longe do Pampa
Madrugador
Letra: anomar danúbio vieira / lucas ramos
quando a manhã se rebolca no serenal do potreiro
clareando o pago fronteiro, cacho atado à canta-galo
se o dia vem de à cavalo, luzindo o aço da espora
já me agarra campo à fora de armada pronta pra um pealo
pelas ondas fogoneiras, arrocinei meu destino
fui assim desde menino, sono escasso e madrugada
e uma amplitude sagrada velando as noites serenas
que refletiam minhas penas do espelho das alvoradas
e uma amplitude sagrada velando as noites serenas
que refletiam minhas penas do espelho das alvoradas
sempre fui madrugador, mateio antes do dia
pois quando o galo anuncia, já ando até de tirador
me acomodo no fiador, d´onde há pata, não refuga
deus ajuda quem madruga e eu tenho fé, sim, senhor
sempre fui madrugador, mateio antes do dia
pois quando o galo anuncia, já ando até de tirador
me acomodo no fiador, d´onde há pata, não refuga
deus ajuda quem madruga e eu tenho fé, sim, senhor
cheiro de garra e galpão, fogo de chão, yerba buena
e a campeira cantilena da cambona nos tição´
lá fora, rompe o clarão da linda estrela boieira
que trouxe a lua matreira pra se banhar no lagoão
quem salta cedo do catre tem mais um ganho na lida
se ajeita as coisas da vida com calma e tempo de sobra
neste fundão se desdobra, meio bicho, meio gente
pra encarar o sol de frente, tapeando o foia´ de abóbra´
neste fundão se desdobra, meio bicho, meio gente
pra encarar o sol de frente, tapeando o foia´ de abóbra´
sempre fui madrugador, mateio antes do dia
pois quando o galo anuncia, já ando até de tirador
me acomodo no fiador, d´onde há pata, não refuga
deus ajuda quem madruga e eu tenho fé, sim, senhor
sempre fui madrugador, mateio antes do dia
pois quando o galo anuncia, já ando até de tirador
me acomodo no fiador, d´onde há pata, não refuga
deus ajuda quem madruga e eu tenho fé, sim, senhor
quando a manhã se rebolca no serenal do potreiro
clareando o pago fronteiro, cacho atado à canta-galo
se o dia vem de à cavalo, luzindo o aço da espora
já me agarra campo à fora de armada pronta pra um pealo
pelas ondas fogoneiras, arrocinei meu destino
fui assim desde menino, sono escasso e madrugada
e uma amplitude sagrada velando as noites serenas
que refletiam minhas penas do espelho das alvoradas
e uma amplitude sagrada velando as noites serenas
que refletiam minhas penas do espelho das alvoradas
sempre fui madrugador, mateio antes do dia
pois quando o galo anuncia, já ando até de tirador
me acomodo no fiador, d´onde há pata, não refuga
deus ajuda quem madruga e eu tenho fé, sim, senhor
sempre fui madrugador, mateio antes do dia
pois quando o galo anuncia, já ando até de tirador
me acomodo no fiador, d´onde há pata, não refuga
deus ajuda quem madruga e eu tenho fé, sim, senhor
cheiro de garra e galpão, fogo de chão, yerba buena
e a campeira cantilena da cambona nos tição´
lá fora, rompe o clarão da linda estrela boieira
que trouxe a lua matreira pra se banhar no lagoão
quem salta cedo do catre tem mais um ganho na lida
se ajeita as coisas da vida com calma e tempo de sobra
neste fundão se desdobra, meio bicho, meio gente
pra encarar o sol de frente, tapeando o foia´ de abóbra´
neste fundão se desdobra, meio bicho, meio gente
pra encarar o sol de frente, tapeando o foia´ de abóbra´
sempre fui madrugador, mateio antes do dia
pois quando o galo anuncia, já ando até de tirador
me acomodo no fiador, d´onde há pata, não refuga
deus ajuda quem madruga e eu tenho fé, sim, senhor
sempre fui madrugador, mateio antes do dia
pois quando o galo anuncia, já ando até de tirador
me acomodo no fiador, d´onde há pata, não refuga
deus ajuda quem madruga e eu tenho fé, sim, senhor