Letra de Surungo da Moda Antiga - Valdomiro Maicá
Disco A
01
Vira-mundo Missioneiro
02
Uma Gaita Botoneira
03
Tapada de Carrapicho
04
Na Garupa de Um Caíque
05
Falando em Doma
06
Flores das Ruas
07
Um Baile da Moda Véia
08
Manhas de Pescador
09
Dando Um Fio no Facão
10
Na Boca de Um Domador
11
Sobre Um Altar Galponeiro
12
Surungo da Moda Antiga
13
Quando Eu Era Piá de Campo
Surungo da Moda Antiga
Me agrada um surungo num fundão de campo
onde os pirilampos clareiam o terreiro
cavalo amarrado costeando o alambrado
e o baile ferrado de gaita e pandeiro
cavalo amarrado costeando o alambrado
e o baile ferrado de gaita e pandeiro
baldrame de rancho cortado de espora
quem olha de fora, fumaça e poeira
e no lusco-fusco, rodeando na sala
a indiada baguala coiceando a vanera
e no lusco-fusco, rodeando na sala
a indiada baguala coiceando a vanera
falado:
e agora quero convidar o grande compositor, autor dessa obra, meu amigo paulo garcia pra cantar um verso comigo. chega pra cá parceiro.
a gaita faceira mais cadenciadita
e as prendas bonitas chegam a toda hora
quem não é maneado arruma namorada
quem não é de nada vai pitar lá fora
quem não é maneado arruma namorada
quem não é de nada vai pitar lá fora
falado:
meu amigo porca véia, participar contigo nesta canção foi um dos grandes presentes que a vida me deu. saúde e sucesso, parceiro e que deus te abenço sempre.
a lua clareia nas frestas do rancho
e os pirilampos apagam o luzeiro
café de chaleira, guerrudo com banha
torresmo com canha pra alegrar o gaiteiro
café de chaleira, guerrudo com banha
torresmo com canha pra alegrar o gaiteiro
a barra do dia espiando no oitão
que baile bem bom, me disse uma prendinha
gaiteiro cochila, a gaita retrecha
se abre e se fecha já quase sozinha
É a última marca do baile, paisano
vou montar no ruano e adeus, moreninha
onde os pirilampos clareiam o terreiro
cavalo amarrado costeando o alambrado
e o baile ferrado de gaita e pandeiro
cavalo amarrado costeando o alambrado
e o baile ferrado de gaita e pandeiro
baldrame de rancho cortado de espora
quem olha de fora, fumaça e poeira
e no lusco-fusco, rodeando na sala
a indiada baguala coiceando a vanera
e no lusco-fusco, rodeando na sala
a indiada baguala coiceando a vanera
falado:
e agora quero convidar o grande compositor, autor dessa obra, meu amigo paulo garcia pra cantar um verso comigo. chega pra cá parceiro.
a gaita faceira mais cadenciadita
e as prendas bonitas chegam a toda hora
quem não é maneado arruma namorada
quem não é de nada vai pitar lá fora
quem não é maneado arruma namorada
quem não é de nada vai pitar lá fora
falado:
meu amigo porca véia, participar contigo nesta canção foi um dos grandes presentes que a vida me deu. saúde e sucesso, parceiro e que deus te abenço sempre.
a lua clareia nas frestas do rancho
e os pirilampos apagam o luzeiro
café de chaleira, guerrudo com banha
torresmo com canha pra alegrar o gaiteiro
café de chaleira, guerrudo com banha
torresmo com canha pra alegrar o gaiteiro
a barra do dia espiando no oitão
que baile bem bom, me disse uma prendinha
gaiteiro cochila, a gaita retrecha
se abre e se fecha já quase sozinha
É a última marca do baile, paisano
vou montar no ruano e adeus, moreninha