Letra de Uma Vaneira de Respeito - Os Mateadores
Os Mateadores
DVD 30 Anos 2016
Disco A
01
Medley - Galope do Mouro - Vaneira da Restinga - Meu Vale Quatro
02
Uma Vaneira de Respeito
03
Medley - Perdido Num Baile de Fronteira - Marca Touro
04
Assim no Osso do Peito
05
Medley - Sou Queixo Duro - Retoço de Gaita e Pandeiro - Flor de Rodeio
06
Medley - Depois da Lida - Dona do Rancho
07
Nheco Vari Nheco Fun
08
Medley - No Salão do Boca Torta - Retemperado a Gaitaço - Faculdade do Campo
09
Medley - Sogaços - Do Sul do Brasil
10
O Baile das Negratouro (Part. especial - Gaúcho da Fronteira)
11
Medley - Num Tranco de Vaneira - Pra Deixar Guri Faceiro - Achego
12
A História dos Passarinhos
13
Medley - Um Tal de Mario Cuiudo - Baile da Ramada
14
Medley - Romance de Um Peão Posteiro - Chinoca Menina Flor
15
Paleteando o Mouro Velho
16
Medley - Largando pra Fronteira - Cambicho de Baile - No Tranco do Zaino
17
Medley - Cantiga de Alma Terrrunha - Bolicheiro de Vila
18
Medley - Pedaços de tempo - Esta Guitarra
19
Medley - No Embalo da Vaneira - Vaneira Fandangueira - Deixa o Corpo Balançar
20
Medley - Sovando Basto - Coisas de Tchê - Na Garupa do Alazão
21
30 Anos Mateador (Faixa Bônus)
Uma Vaneira de Respeito
Uma vaneira da campanha ou da fronteira
Trás a alma galponeira de quem vive no rigor
O pouco importa se é serrana ou missioneira
Se levanta polvadeira nos fandangos do interior
Um índio velho das monhecas calejadas
Que recorre as invernadas sobre o pingo companheiro
Baila entretido nos encontros da patroa
E acha a vida muito boa vaneirando no terreiro
Uma bailanta sem vaneira vira em nada
É uma estância sem eguada meu patrão
É rodeio sem gineteada meu amigo
Gaúcho sem chimarrão
Mas quando salta uma vaneira da cordeona
A alma fica redomona meu irmão
E a peonada se embala e vai pra sala
Já começa o calorão
Molha a camisa, toma um gole e mete xixo
Sai igual um carrapicho caprichando na figura
Pois a vaneira tem a cisma desse assunto
Que levanta até defundo pra bailar da sepultura
Quando o gaiteiro fica besta e muda o passo
Faz roncar algum compasso e já acolhera nas ilheiras
Os menos brutos vão sentar acadelado
E o bagual mais irritado grita, toca uma vaneira
Uma bailanta sem vaneira vira em nada
É uma estância sem eguada meu patrão
É rodeio sem gineteada meu amigo
Gaúcho sem chimarrão
Mas quando salta uma vaneira da cordeona
A alma fica redomona meu irmão
E a peonada se embala e vai pra sala
Já começa o calorão
//repete 1x
Trás a alma galponeira de quem vive no rigor
O pouco importa se é serrana ou missioneira
Se levanta polvadeira nos fandangos do interior
Um índio velho das monhecas calejadas
Que recorre as invernadas sobre o pingo companheiro
Baila entretido nos encontros da patroa
E acha a vida muito boa vaneirando no terreiro
Uma bailanta sem vaneira vira em nada
É uma estância sem eguada meu patrão
É rodeio sem gineteada meu amigo
Gaúcho sem chimarrão
Mas quando salta uma vaneira da cordeona
A alma fica redomona meu irmão
E a peonada se embala e vai pra sala
Já começa o calorão
Molha a camisa, toma um gole e mete xixo
Sai igual um carrapicho caprichando na figura
Pois a vaneira tem a cisma desse assunto
Que levanta até defundo pra bailar da sepultura
Quando o gaiteiro fica besta e muda o passo
Faz roncar algum compasso e já acolhera nas ilheiras
Os menos brutos vão sentar acadelado
E o bagual mais irritado grita, toca uma vaneira
Uma bailanta sem vaneira vira em nada
É uma estância sem eguada meu patrão
É rodeio sem gineteada meu amigo
Gaúcho sem chimarrão
Mas quando salta uma vaneira da cordeona
A alma fica redomona meu irmão
E a peonada se embala e vai pra sala
Já começa o calorão
//repete 1x