Letra de Carreira de Mano - Os Monarcas
Disco A
01
Abertura
02
Carreira de Mano
03
Sistema Antigo
04
Erechim: História e Canto
05
Sonhando na Vaneira
06
Não Encosta a Barriguinha
07
Aquerenciado
08
Brasil de Bombacha
09
Tirando o Meu Chapéu Pra Deus
10
Rancheira Puladinha
11
Bateu Saudade / Chorar Por Amor Nunca Mais
12
Negron / Chamamecero / De Soledade a Porto Alegre
13
Vai Que Vai
14
Gineteando o Temporal
15
O Gaúcho e o Cavalo
16
Cheiro de Galpão / Vaneira Grossa
17
O Vento
18
A Gaita Gaúcha Dos Monarcas
Carreira de Mano
Boleia a perna, mano veio da um abraço
Hoje há espaço nesse intervalo da lida
Há tanto tempo a gente não mateava junto,
Nos sobra assunto pra passar a limpo a vida,
Foram tão lindos nossos sonhos do passado,
Realizados quase todos meu irmão.
Nossa vitória foi forjada com suor
E com amor fonte de luz e inspiração;
De mano a mano corremos nossa carreira
A cancha inteira ao eco da nossa voz,
Que junto a poeira foi ficando para traz
Canto de paz pra quem vier depois de nós (2x).
São 30 anos, 30 quadras mundo a fora
Quantas auroras indormidas nos salão
Contraponteando primeiro cantar do galo
No mesmo embalo pra alegrar os corações
Em cada palco fica um pouco desse canto
Qual acalanto a fundir-se com o minuano
Sempre buscando entre os anseios do povo
Um canto novo pra cantar de mano a mano
De mano a mano corremos nossa carreira
A cancha inteira ao eco da nossa voz,
Que junto a poeira foi ficando para traz
Canto de paz pra quem vier depois de nós.
Hoje há espaço nesse intervalo da lida
Há tanto tempo a gente não mateava junto,
Nos sobra assunto pra passar a limpo a vida,
Foram tão lindos nossos sonhos do passado,
Realizados quase todos meu irmão.
Nossa vitória foi forjada com suor
E com amor fonte de luz e inspiração;
De mano a mano corremos nossa carreira
A cancha inteira ao eco da nossa voz,
Que junto a poeira foi ficando para traz
Canto de paz pra quem vier depois de nós (2x).
São 30 anos, 30 quadras mundo a fora
Quantas auroras indormidas nos salão
Contraponteando primeiro cantar do galo
No mesmo embalo pra alegrar os corações
Em cada palco fica um pouco desse canto
Qual acalanto a fundir-se com o minuano
Sempre buscando entre os anseios do povo
Um canto novo pra cantar de mano a mano
De mano a mano corremos nossa carreira
A cancha inteira ao eco da nossa voz,
Que junto a poeira foi ficando para traz
Canto de paz pra quem vier depois de nós.