Letra de Entre o Campo e a Cidade (Bruno Neher) - Os 3 Xirus
Lado A
01
Festival do Amendoim (Bruno Neher - Leory da Rocha)
02
Primavera do Amor (Bruno Neher - Leory da Rocha)
03
Burro Apaixonado (Bruno Neher - Elmo Neher - Jorge Fagundes)
04
Canção do Patrulheiro (Bruno Neher)
05
Entre o Campo e a Cidade (Bruno Neher)
06
Não Sou Toicinho Pra Viver Enfumaçado (Bruno Neher)
Lado B
01
Estórias do Alemão de Panambi (Bruno Neher)
02
Bandinha do Alemão Müller (Bruno Neher)
03
Massa Bruta (Bruno Neher)
04
O Valor do Vanerão (Bruno Neher e Jorge Fagundes)
05
Indio do Uruguai (Arnoud Rodrigues)
06
Bombacha Preta (Bruno Neher)
Entre o Campo e a Cidade (Bruno Neher)
Pra quem passou a infância como eu lá na campanha
Vivendo longe de casa muita coisa se estranha
Embora tenha o conforto da evolução da cidade
Mas tem horas que o vivendo se enreda na saudade
Na cidade tem beleza, mas não chega ser igual
Aos encantos lá de fora onde tudo é natural
As cachoeiras murmurante e o cantar da passarada
Sinfonia cotidiana que anuncia madrugada.
As manhãs cheias de sol e o perfume do arvoredo
A água pura da fonte pra se beber logo cedo
Se toma leite bem gordo ainda morno da ordenha
E no rancho o aconchego de um velho fogão a lenha.
O que se tem na cidade é fruto lá da campanha
Feijão, arroz e batata, carne, azeite e banha
La fora se come bem por que se come de tudo
Se deixei o meu rincão, foi por causa do estudo.
Nas férias se deus quiser volto rever minha gente
Quero montar a cavalo e me sentir livremente
Sentindo o cheiro do campo vou me sentir a vontade
E nos braços de uma prenda vou matar minha saudade.
Vivendo longe de casa muita coisa se estranha
Embora tenha o conforto da evolução da cidade
Mas tem horas que o vivendo se enreda na saudade
Na cidade tem beleza, mas não chega ser igual
Aos encantos lá de fora onde tudo é natural
As cachoeiras murmurante e o cantar da passarada
Sinfonia cotidiana que anuncia madrugada.
As manhãs cheias de sol e o perfume do arvoredo
A água pura da fonte pra se beber logo cedo
Se toma leite bem gordo ainda morno da ordenha
E no rancho o aconchego de um velho fogão a lenha.
O que se tem na cidade é fruto lá da campanha
Feijão, arroz e batata, carne, azeite e banha
La fora se come bem por que se come de tudo
Se deixei o meu rincão, foi por causa do estudo.
Nas férias se deus quiser volto rever minha gente
Quero montar a cavalo e me sentir livremente
Sentindo o cheiro do campo vou me sentir a vontade
E nos braços de uma prenda vou matar minha saudade.