Letra de Esses Campeiros de Todo o Dia - Cristiano Quevedo
Disco A
01
Uma Gaita Toca um Hino
02
Contraponto
03
Esses Campeiros de Todo o Dia
04
Bandeira do Império
05
Mate e Mel
06
Volta
07
Madrugadas Gavionas
08
Louco por Chamame
09
Chasques pra Tia Anastácia
10
Flor de Campeira
11
Nas Patas do Meu Cavalo
12
Destinos
13
Botando Corda
14
Saudade Morena
15
Se Preparando
Esses Campeiros de Todo o Dia
Esses campeiros que todo dia encilham baios em comunhões
Deixam na terra marcas de cascos andejam campos nas serrações
Batendo a marca pelas estradas onde se perdem imensidões
Buscam na fonte de água boa matar a sede dessas paixões
Só mesmo o tempo que apaga sonhos e mostra à vida suas razões
Traz sem a pressa sem que se peça um sonho novo aos corações
E quando a lida lhes cobra força sentam suas garras em redomões
Rangendo bastos a campo fora gastam esporas pelos fundões
Esses campeiros que todo dia trocam suas vidas por ilusões
Floreando baios gastando esporas merecem mais que simples canções
Amontam potros, baguais, ventenas honrando a força dos seus garrões
E se sustentam no tirador soltando armada nas marcações
E cai a tarde por entre os cerros maragateando as amplidões
E cevam mates de erva buena contam histórias pelos galpões
E lembram versos e cantorias na parceria dos violões
As mãos campeiras semeiam notas por entre as primas e os bordões
A mesma noite que traz os medos e os segredos de assombrações
Acende estrelas e olhos lindos brilhando tantas constelações
Deixam na terra marcas de cascos andejam campos nas serrações
Batendo a marca pelas estradas onde se perdem imensidões
Buscam na fonte de água boa matar a sede dessas paixões
Só mesmo o tempo que apaga sonhos e mostra à vida suas razões
Traz sem a pressa sem que se peça um sonho novo aos corações
E quando a lida lhes cobra força sentam suas garras em redomões
Rangendo bastos a campo fora gastam esporas pelos fundões
Esses campeiros que todo dia trocam suas vidas por ilusões
Floreando baios gastando esporas merecem mais que simples canções
Amontam potros, baguais, ventenas honrando a força dos seus garrões
E se sustentam no tirador soltando armada nas marcações
E cai a tarde por entre os cerros maragateando as amplidões
E cevam mates de erva buena contam histórias pelos galpões
E lembram versos e cantorias na parceria dos violões
As mãos campeiras semeiam notas por entre as primas e os bordões
A mesma noite que traz os medos e os segredos de assombrações
Acende estrelas e olhos lindos brilhando tantas constelações