Letra de Recordação - Os Araganos
Lado A
01
Os Homems de Preto
02
Los Ejes de mi Carreta
03
São Francisco é Terra Boa
04
Saudade Meu Bem, Saudade
05
Meu Campo
06
Favo de Mel
Lado B
01
Rancho da Estrada
02
Recordação
03
Ciranda Nativa
04
Mensagem de Saudade
05
Pout Pourri (Gauchinha Bem Querer, Saudade de Laguna, Curitibana, IV Centenário, Garota de Ipanema,
Recordação
Bem na frente deste rancho
Na sombra desta ramada
Tomei muito mate amargo
Já fiz muita sesteada
Tendo a chinoca ao meu lado
Mais linda do que uma flor
Eu vivia mui folgado
Um peão apaixonado
Todo enredado de amor
Saudade, coisa esquisita
Vive a nos rebenquear
Tá certo, não vale a pena
Mas sempre é bom recordar
Chinoca que já foi minha
Te foste pra outro pago
Fiquei tão triste, sozinho
Sentindo a falta do afago
Tu te cambiaste com outro
E te foste pra não voltar
Hoje eu vivo recordando
Saudade cabresteando
Campeando pra não chorar
Saudade, coisa esquisita ...
Rancho velho, abandonado
Tu sentes a mesma dor
Já não abrigas mais nada
Meu velho ninho de amor
Sombra amiga dos meus sonhos
Sombra da minha ramada
Hoje eu venho despedir-me
Da sua última sesteada
Saudade, coisa esquisita ...
E se, um dia, tu retornares
Chinoca que eu tanto quis
Só encontrarás tapera
E um coração infeliz
Mas se voltares chorando
Implorando o meu perdão
Já não terás mais guarida
Do meu pobre coração
Saudade, coisa esquisita ...
Na sombra desta ramada
Tomei muito mate amargo
Já fiz muita sesteada
Tendo a chinoca ao meu lado
Mais linda do que uma flor
Eu vivia mui folgado
Um peão apaixonado
Todo enredado de amor
Saudade, coisa esquisita
Vive a nos rebenquear
Tá certo, não vale a pena
Mas sempre é bom recordar
Chinoca que já foi minha
Te foste pra outro pago
Fiquei tão triste, sozinho
Sentindo a falta do afago
Tu te cambiaste com outro
E te foste pra não voltar
Hoje eu vivo recordando
Saudade cabresteando
Campeando pra não chorar
Saudade, coisa esquisita ...
Rancho velho, abandonado
Tu sentes a mesma dor
Já não abrigas mais nada
Meu velho ninho de amor
Sombra amiga dos meus sonhos
Sombra da minha ramada
Hoje eu venho despedir-me
Da sua última sesteada
Saudade, coisa esquisita ...
E se, um dia, tu retornares
Chinoca que eu tanto quis
Só encontrarás tapera
E um coração infeliz
Mas se voltares chorando
Implorando o meu perdão
Já não terás mais guarida
Do meu pobre coração
Saudade, coisa esquisita ...