Letra de Do Jeito Que Eu Gosto - Os Monarcas
Disco A
01
Pra Quem eu Tiro o Chapéu
02
Uma Vaneira Pros Bigode
03
Escola do Mundo
04
Eu e a Cordeona
05
Do Jeito Que Eu Gosto
06
Monarca de Raça
07
Tocador do Rio Grande
08
Esse Taura Sou Eu
09
Gente Dançadeira
Disco B
01
Apanhei-te Cavaquinho
02
La Cumparsita
03
Clarinet Polka
04
Desconfiado
05
Dedo Esperto
06
Reitour des Horindelles
07
Maringá
08
El Portenito
09
Cascata de Lágrimas
Do Jeito Que Eu Gosto
Letra: léo ribeiro/jose claro
o fim-de-semana já vem espichado
e um baile botado encerra o festejo.
e agora me contam, na porta da venda,
que vem uma prenda que há tempo eu não vejo.
e la no bailongo a onde eu apeio
quem toca e o floreio e neste eu aposto.
do foles rebrota bugiu e vaneira
a moda campeira, do jeito que eu gosto.
refrão:
eu gosto de festa e de china bonita,
churrasco de ripa, cavalo e rodeio
e muito m’encanta pela madrugada
ouvir a ”pianada” fazendo um floreio.
eu ando no mundo fugindo de padre,
não tenho compadre, não ato um cambicho,
sou igual ao vento cruzando alambrado
conhço este pago,do peito ao rabicho
mas onde eu me chego não fico na mão
se acho um balcão ali eu m’encosto
e falo rimando das coisas do pago
tomando um “gateado” do jeito que eu gosto
refrão:
sou sapo de poço, não fico de valde
na espera do balde que desce com tudo.
eu pulo na frente, pra lida e farrancho,
negrinho carancho, pachola e fachudo.
e quando eu me for pra estância do céu
pinduro o sovéu e o lombo eu recosto
mas se tiver gaita, já vou avisando:
vou entrar dançando , do jeito que eu gosto.
o fim-de-semana já vem espichado
e um baile botado encerra o festejo.
e agora me contam, na porta da venda,
que vem uma prenda que há tempo eu não vejo.
e la no bailongo a onde eu apeio
quem toca e o floreio e neste eu aposto.
do foles rebrota bugiu e vaneira
a moda campeira, do jeito que eu gosto.
refrão:
eu gosto de festa e de china bonita,
churrasco de ripa, cavalo e rodeio
e muito m’encanta pela madrugada
ouvir a ”pianada” fazendo um floreio.
eu ando no mundo fugindo de padre,
não tenho compadre, não ato um cambicho,
sou igual ao vento cruzando alambrado
conhço este pago,do peito ao rabicho
mas onde eu me chego não fico na mão
se acho um balcão ali eu m’encosto
e falo rimando das coisas do pago
tomando um “gateado” do jeito que eu gosto
refrão:
sou sapo de poço, não fico de valde
na espera do balde que desce com tudo.
eu pulo na frente, pra lida e farrancho,
negrinho carancho, pachola e fachudo.
e quando eu me for pra estância do céu
pinduro o sovéu e o lombo eu recosto
mas se tiver gaita, já vou avisando:
vou entrar dançando , do jeito que eu gosto.