Letra de Missioneiro - Jorge Freitas
Disco A
01
Abertura
02
Oh! de Casa
03
Missioneiro
04
Bailantas Costeiras
05
Rancheira do Tio Bilia
06
Cantos dos Livres
07
Arte Missioneira
08
Homem Feio e Sem Coragem Não Possui Mulher Bonita
09
Aquaceiro
10
Ronda de Tropa
11
Peão do Meu Bagé
12
Villa Guilhermina
13
Pra Quem Faz a Cama Dos Arreios
14
Meu Canto
15
Jogando Truco
16
A Vida Pela Voz do Cantador
17
Aqui no Sul é Assim
Missioneiro
Nos dias quentes quando o sol seca o capim
Sinto que se em costa em mim a alma de tiaraju
Sou guarani enxaguando índias mágoa
No embalo doce das águas braceio no chimbucu
Sou missioneiro nascido em são luiz gonzaga
E não flócho o cabo da adaga pra o táura mais caborteiro
Quando estou louco me vou la pra bossoroca
Arranco o diabo da toca e tiro pra meu companheiro
Se pego um potro por mais que seja veiáco
Despois de por os meus cacos bamo vê qual é o mais macho
Eu lês garanto que deixo com a cola que um tope
E já no quinto galope parece que foi criado guacho
Quando pulsa uma guitarra sabem que eu sou um missioneiro
Menestrel e guitarreiro que solta a alma pastando
Igual ao mestre martin fierro gósto de cantar opinando
Por isso as vezes minha alma bugra se ajoelha
E pra esta terra vermelha canto um canto amanhe
Anda nos ares uma tristeza que esvoaça
E um barulho de torcaça quando eu canto um chamamé
Sinto que se em costa em mim a alma de tiaraju
Sou guarani enxaguando índias mágoa
No embalo doce das águas braceio no chimbucu
Sou missioneiro nascido em são luiz gonzaga
E não flócho o cabo da adaga pra o táura mais caborteiro
Quando estou louco me vou la pra bossoroca
Arranco o diabo da toca e tiro pra meu companheiro
Se pego um potro por mais que seja veiáco
Despois de por os meus cacos bamo vê qual é o mais macho
Eu lês garanto que deixo com a cola que um tope
E já no quinto galope parece que foi criado guacho
Quando pulsa uma guitarra sabem que eu sou um missioneiro
Menestrel e guitarreiro que solta a alma pastando
Igual ao mestre martin fierro gósto de cantar opinando
Por isso as vezes minha alma bugra se ajoelha
E pra esta terra vermelha canto um canto amanhe
Anda nos ares uma tristeza que esvoaça
E um barulho de torcaça quando eu canto um chamamé