Letra de De Parar Rodeio - Cristiano Quevedo
Disco A
01
Largando pra Fronteira
02
Pé no Estribo
03
Baile de Corredor
04
Um Paraíso o Teu Olhar
05
Destino de Peão
06
Gaita e Violão
07
Compondo os Arreios
08
Milonga Pra Dom Erni
09
De Parar Rodeio
10
Tocando em Frente
11
Tô de a Cavalo
12
Chamamecero
13
A Luz de Um Olhar
14
Eu Sou do Sul
15
Hino Riograndense
De Parar Rodeio
Manhã mal chega no galpão da estância grande
E um mate amargo inaugura um novo dia
O talareio das esporas pelo chão
Contra ponteando a lida que se anuncia
Depois do mate boto o freio no lobuno
Xergão carona e o paysandu na cruz dos galhos
Pelego mouro e o doze braça a bater cola
Acomodados no recal pro meu trabalho
Alma gaucha da estância por excelência
No meu lobuno que a o trote abaralha o freio
Solto lhe um grito na invernada repontar
Campeira lida esta de parar rodeio.
E apartar boi eu ato a cola e me empandilho
A campo fora no tranco com a peonada
Na algazarra da cuscada com os matungos
Parar rodeio num fundão de invernada.
Quando atropelo o meu lobuno num aparte
Procuro a volta corto o rastro e solto o braço
A armada grande vai nos topo de um brazino
Que mede força com a presilha do meu laço.
Alma gaucha da estância por excelência
No meu lobuno que a o trote abaralha o freio
Solto lhe um grito na invernada repontar
Campeira lida esta de parar rodeio.
E um mate amargo inaugura um novo dia
O talareio das esporas pelo chão
Contra ponteando a lida que se anuncia
Depois do mate boto o freio no lobuno
Xergão carona e o paysandu na cruz dos galhos
Pelego mouro e o doze braça a bater cola
Acomodados no recal pro meu trabalho
Alma gaucha da estância por excelência
No meu lobuno que a o trote abaralha o freio
Solto lhe um grito na invernada repontar
Campeira lida esta de parar rodeio.
E apartar boi eu ato a cola e me empandilho
A campo fora no tranco com a peonada
Na algazarra da cuscada com os matungos
Parar rodeio num fundão de invernada.
Quando atropelo o meu lobuno num aparte
Procuro a volta corto o rastro e solto o braço
A armada grande vai nos topo de um brazino
Que mede força com a presilha do meu laço.
Alma gaucha da estância por excelência
No meu lobuno que a o trote abaralha o freio
Solto lhe um grito na invernada repontar
Campeira lida esta de parar rodeio.