Alegrete · Rio Grande do Sul · Brasil
Letra de música

Contas

Miro Saldanha · O Rastro e a Poeira

Capa de O Rastro e a Poeira
Miro Saldanha

Contas

O Rastro e a Poeira · 2009
Terra seca no coração + solidão e poeira - fé + desilusão = tentação, bobeira. Vida nova ao sonho rural + vendaval urbano, Fim da conta e prova real Deu = engano. REFRÃO Quem já ouviu a cigarra O meu canto entenderá; Por conta, diz a guitarra O que minh'alma dirá. Quem, pelo campo, fez tanto, Some as saudades de lá E empreste a voz ao meu canto, Que eu trago o campo pra cá. O concreto é cruel, assim! É bem assim, covarde! Quando a gente percebe o fim, Sei por mim, é tarde! Soma o resto e divide o pão! Pranto não, labuta! Essa gente de "pé-no-chão" Não diz "não" sem luta! REFRÃO (bis)
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