Letra de Cantigas Antigas - Velho Milongueiro
Disco A
01
O Velho Quer Viagra
02
Gandaieiro
03
Não Quero Morrer Virgem
04
Como é Longe o Alegrete
05
Léo da Novela
06
Etecétera e Tal
07
Sou Bonito e Danço Bem
08
Cantigas Antigas
09
Vento Minuano
10
Mulher Guerreira
11
Vida de Cantador
12
Onde Está Você?
13
Cego de Amor
14
Cantor de Bailanta
15
Amor Infinito
16
Pretensão
Cantigas Antigas
(Velho Milongueiro)
Tanto a pé como a cavalo e o te arremanga e vem
Até hoje, quando eu canto, recebo aplausos de alguém
Aventuras do Coló, paizinho da mãe também
Eu estou ficando velho e não imito ninguém
Uma carta apaixonada eu escrevi pro meu bem
E a filha da Mariana partiu no malvado trem
São as cantigas que há muito cantei pro povo
E, pra matar a saudade, resolvi cantar de novo
Agradecendo a cordeona e o estouro que é legal
Lá no bailão do Reci foi um sucesso total
Quem é que mandou parar, gritava o povo em geral
Foi ali que eu conheci a morena do tribunal
Um gaúcho de Pelotas me chamou de bem bagual
Quase que me deu um troço quando eu lia o meu jornal
São as cantigas que há muito cantei pro povo
E, pra matar a saudade, resolvi cantar de novo
Minha última carteada foi uma obra divina
E o último cartucho foi sucesso na Argentina
Botando os podre' pra fora briguei com a Chica Rufina
Fiquei com a mulher do baile e a Maria Gasolina
Morrer de um coraçonaço talvez seja minha sina
Eu já não aguento mais o mexe-mexe da menina
São as cantigas que há muito cantei pro povo
E, pra matar a saudade, resolvi cantar de novo
Eu canto faca de ponta, não canto ponta de faca
Soltando uma rouquidão, mas que baita urucubaca
Lá no baile dos vampiros namorei uma polaca
E dançando com a Rosinha quase perdi a guaiaca
Eu sempre fui bom de taco, não ando com as pilha' fraca'
Mas se eu ficasse com a ruiva levava chapéu de vaca
São as cantigas que há muito cantei pro povo
E, pra matar a saudade, resolvi cantar de novo
Tanto a pé como a cavalo e o te arremanga e vem
Até hoje, quando eu canto, recebo aplausos de alguém
Aventuras do Coló, paizinho da mãe também
Eu estou ficando velho e não imito ninguém
Uma carta apaixonada eu escrevi pro meu bem
E a filha da Mariana partiu no malvado trem
São as cantigas que há muito cantei pro povo
E, pra matar a saudade, resolvi cantar de novo
Agradecendo a cordeona e o estouro que é legal
Lá no bailão do Reci foi um sucesso total
Quem é que mandou parar, gritava o povo em geral
Foi ali que eu conheci a morena do tribunal
Um gaúcho de Pelotas me chamou de bem bagual
Quase que me deu um troço quando eu lia o meu jornal
São as cantigas que há muito cantei pro povo
E, pra matar a saudade, resolvi cantar de novo
Minha última carteada foi uma obra divina
E o último cartucho foi sucesso na Argentina
Botando os podre' pra fora briguei com a Chica Rufina
Fiquei com a mulher do baile e a Maria Gasolina
Morrer de um coraçonaço talvez seja minha sina
Eu já não aguento mais o mexe-mexe da menina
São as cantigas que há muito cantei pro povo
E, pra matar a saudade, resolvi cantar de novo
Eu canto faca de ponta, não canto ponta de faca
Soltando uma rouquidão, mas que baita urucubaca
Lá no baile dos vampiros namorei uma polaca
E dançando com a Rosinha quase perdi a guaiaca
Eu sempre fui bom de taco, não ando com as pilha' fraca'
Mas se eu ficasse com a ruiva levava chapéu de vaca
São as cantigas que há muito cantei pro povo
E, pra matar a saudade, resolvi cantar de novo