Letra de Com a Alma Presa na Espora - Ênio Medeiros
Disco A
01
De Rodeio em Rodeio
02
Nas Várzeas Do Rio Jacuí
03
Nesses Galpões
04
Tropeada Pra Bagé
05
Com a Alma Presa na Espora
06
Rodeio No Mato Grosso
07
Décima Do Mato Grosso
08
Gritos de Recolhida
09
Cantiga De Peão De Estância
10
Mulher Menina
11
Que Ilumina Meus Poemas No Cantar Das Nazarenas
12
Rancho, Violão E Vida
13
Tosador De Fronteira
14
A Ti Floripa
15
Quando me Perco num Grito
Com a Alma Presa na Espora
Lindera ao passo velho do toro passo
Desde os tempos da linha férrea
Passando o bolicho do gaiola,
A vida lá fora
Vista do "arroio do fundo",
Me cala fundo
Quando apeio ali, na cabanha toro passo
Quando uma milonga fronteira, floreia grongueira, charlando distâncias de campo e de flor, por onde for...
Um tempo novo abre os trabalhos, metendo cavalo, com o pinho nos braços fazendo um fiador, pra alguma dor!
Quando uma milonga marcada, cutuca por nada mandando a palavra,
"botá" no serviço a inspiração...
A vista do lombo do arreio,
Chuleia os "terneiro",
A eguada, os "carneiro",
E a cuscada ovelheira no corredor!
Quando uma milonga buenaça
Ponteia lindaça, fazendo fumaça
Pra um chibo estendido n'alguma cruz...
A gente faz tudo que gosta,
Mas só quem se topa, termina na volta;
Deitado nas cordas, ouvindo um violão!
Então tá!!!
Que tal fecha um mate, tocando pro gasto.
Com a alma lavada, cheirando a pasto,
Batendo na marca de um milongão...
Então tá!!!
Que tal quebra o cacho da cola dos planos,
Largar a galope e a todo pano,
Matar a saudade de rir e chorar...
Milonga!!!milonga!!!
Desde os tempos da linha férrea
Passando o bolicho do gaiola,
A vida lá fora
Vista do "arroio do fundo",
Me cala fundo
Quando apeio ali, na cabanha toro passo
Quando uma milonga fronteira, floreia grongueira, charlando distâncias de campo e de flor, por onde for...
Um tempo novo abre os trabalhos, metendo cavalo, com o pinho nos braços fazendo um fiador, pra alguma dor!
Quando uma milonga marcada, cutuca por nada mandando a palavra,
"botá" no serviço a inspiração...
A vista do lombo do arreio,
Chuleia os "terneiro",
A eguada, os "carneiro",
E a cuscada ovelheira no corredor!
Quando uma milonga buenaça
Ponteia lindaça, fazendo fumaça
Pra um chibo estendido n'alguma cruz...
A gente faz tudo que gosta,
Mas só quem se topa, termina na volta;
Deitado nas cordas, ouvindo um violão!
Então tá!!!
Que tal fecha um mate, tocando pro gasto.
Com a alma lavada, cheirando a pasto,
Batendo na marca de um milongão...
Então tá!!!
Que tal quebra o cacho da cola dos planos,
Largar a galope e a todo pano,
Matar a saudade de rir e chorar...
Milonga!!!milonga!!!