Letra de Xucro de Berço - Volmir Martins
Disco A
01
Xucro de Berço
02
Sou Brasileiro
03
Rancho Gaúcho
04
De Campeiro a Cantador
05
Casereando
06
Cuida Bem do Teu Cavalo
07
Panela Velha part.: Sérgio Reis
08
Trova de Martelo part.: Tetê Carvalho
09
Trova Grenal Part.: Gilberto Gomes
10
Tasca Da Tia Maria
11
Campo Verde, Céu Azul
12
Lembrança do Passado
13
Hino Riograndense part.: Duda Furacão e Giovana Martins
Xucro de Berço
Num rancho fundo de campo,
Foi ali meu nascimento
Porta escancarada ao vento,
De barrote sem tramela
Bem na frente uma cancela,
Com cerca de varejÃo
Que formava o para-peito,
Do rancho atÉ no galpÃo
De bombacha arremangada,
Sem camisa pÉ no chÃo
Pousava lÁ no galpÃo,
Ouvindo o cantar do galo
PrÁ recolher os cavalos,
E esquentar a chaleira
Enquanto a barra do dia
Clareava serra e fronteira
Me criei golpeando potro
E pealando Égua gaviona
Cortei charque na carona,
PrÁ fazer meu carreteiro
E me enrrolei num bacheiro
PrÁ me desencarengÁ
Hoje sÓ resta a saudade
Do velho tempo de piÁ
JÁ comi bago de touro
Com cinza sem bota sal
Nunca cai de bagual
Queixo roxo e cruniudo
E o touro por mais guampudo
NÃo me faz ir pras pitanga
E as vezes refresco meu lombo
Tomando um banho de sanga
A onde mora o vivente,
Fica ali no pÉ do morro
O pingo a china e os cachorro,
SÃo meus tesouros sagrados
Se me sinto abichornado,
Pego a canha e me emborracho
Rebento a alÇa no peito
Golpeando uma oito baixo
* esta letra É de autoria de francisco vargas
Enviada por luiz b. brum.
Foi ali meu nascimento
Porta escancarada ao vento,
De barrote sem tramela
Bem na frente uma cancela,
Com cerca de varejÃo
Que formava o para-peito,
Do rancho atÉ no galpÃo
De bombacha arremangada,
Sem camisa pÉ no chÃo
Pousava lÁ no galpÃo,
Ouvindo o cantar do galo
PrÁ recolher os cavalos,
E esquentar a chaleira
Enquanto a barra do dia
Clareava serra e fronteira
Me criei golpeando potro
E pealando Égua gaviona
Cortei charque na carona,
PrÁ fazer meu carreteiro
E me enrrolei num bacheiro
PrÁ me desencarengÁ
Hoje sÓ resta a saudade
Do velho tempo de piÁ
JÁ comi bago de touro
Com cinza sem bota sal
Nunca cai de bagual
Queixo roxo e cruniudo
E o touro por mais guampudo
NÃo me faz ir pras pitanga
E as vezes refresco meu lombo
Tomando um banho de sanga
A onde mora o vivente,
Fica ali no pÉ do morro
O pingo a china e os cachorro,
SÃo meus tesouros sagrados
Se me sinto abichornado,
Pego a canha e me emborracho
Rebento a alÇa no peito
Golpeando uma oito baixo
* esta letra É de autoria de francisco vargas
Enviada por luiz b. brum.