Letra de Bolicho do Tio Candinho / É Disso Que o Velho Gosta - Os Serranos
Disco A
01
A Chapa vai Esquentar
02
Se o Rio Grande me Precisa
03
Bailinho na Capela / Êta Baile Bom
04
Pêlos / Carreta / Canto Alegretense
05
Bolicho do Tio Candinho / É Disso Que o Velho Gosta
06
Baile Da Mariquinha / Panela Velha
07
Criado em Galpão
08
Lembranças
09
Veterano / Tertúlia
10
Vanera, Vanera / Farra No Sul
11
Lida de Costeiro / Gineteando Um Chamamé
12
De Chão Batido / Rancho de Beira de Estrada
13
Roda que Roda / Cambichos
14
Fã e Amigo
15
Chacoaleando
Bolicho do Tio Candinho / É Disso Que o Velho Gosta
Daqui um poquito eu vou chegar lá no bolicho
Do tio Candinho no rincão Massanbará
Comer sardinha com bolacha e um gol de vinho
E achar o caminho que me leve onde ela tá
Esse cacoete de gostar de xixo bruto
Eu sou matuto e aprendi desde piá
Fim de semana sinto cheiro de cordeona
E as leoronas me convidam pra dançar
Toque de gaita na campanha é loteria
Traz alegria pra peonada do rincão
Segunda-feira o dia é outro e vamo embora
E não tem nada nem que tenha meu irmão
E se eu chegar de madrugada eu chego cedo
Não tenho medo da ressaca me pegar
Vou pra mangueira embuça-lo o que me sobra
Se inchar o lombo se prepare pra apanhar
Eu vou taureando nessa vida candongueira
Ganho sonseira mais me sobra pra gastar
Se tiver xixo me convidem eu sou parceiro
Um missioneiro não se entrega sem pelear
//
Eu sou um peão de estância nascido lá no galpão
E aprendi desde criança a honrar a tradição
Meu pai era um gaúcho que nunca conheceu luxo
Mas viveu folgado enfim e quando alguém perguntava
O que ele mais gostava o velho dizia assim
Churrasco e bom chimarrão
Fandango, trago e mulher
É disso que o velho gosta
É isso que o velho quer
E foi assim que aprendi a gostar do que é bom
A tocar minha cordeona cantar sem sair do tom
Ser amigo dos amigos nunca fugir do perigo
Meu velho pai me ensinou eu que vivo a cantar
Sempre aprendi a gostar do que meu velho gostou
Saí da minha fazenda e me soltei pelo pago
Hoje tenho uma gaúcha para me fazer afago
E quando vier o piazito para enfeitar nosso ninho
Mais alegria vou ter e se ele me perguntar
Do que se deve gostar como meu pai vou dizer
Do tio Candinho no rincão Massanbará
Comer sardinha com bolacha e um gol de vinho
E achar o caminho que me leve onde ela tá
Esse cacoete de gostar de xixo bruto
Eu sou matuto e aprendi desde piá
Fim de semana sinto cheiro de cordeona
E as leoronas me convidam pra dançar
Toque de gaita na campanha é loteria
Traz alegria pra peonada do rincão
Segunda-feira o dia é outro e vamo embora
E não tem nada nem que tenha meu irmão
E se eu chegar de madrugada eu chego cedo
Não tenho medo da ressaca me pegar
Vou pra mangueira embuça-lo o que me sobra
Se inchar o lombo se prepare pra apanhar
Eu vou taureando nessa vida candongueira
Ganho sonseira mais me sobra pra gastar
Se tiver xixo me convidem eu sou parceiro
Um missioneiro não se entrega sem pelear
//
Eu sou um peão de estância nascido lá no galpão
E aprendi desde criança a honrar a tradição
Meu pai era um gaúcho que nunca conheceu luxo
Mas viveu folgado enfim e quando alguém perguntava
O que ele mais gostava o velho dizia assim
Churrasco e bom chimarrão
Fandango, trago e mulher
É disso que o velho gosta
É isso que o velho quer
E foi assim que aprendi a gostar do que é bom
A tocar minha cordeona cantar sem sair do tom
Ser amigo dos amigos nunca fugir do perigo
Meu velho pai me ensinou eu que vivo a cantar
Sempre aprendi a gostar do que meu velho gostou
Saí da minha fazenda e me soltei pelo pago
Hoje tenho uma gaúcha para me fazer afago
E quando vier o piazito para enfeitar nosso ninho
Mais alegria vou ter e se ele me perguntar
Do que se deve gostar como meu pai vou dizer