Letra de Aos Desgarrados - Grupo Gauderiaço
Disco A
01
Vida De Peão
02
Aos Desgarrados
03
Sacudindo A Crina
04
Romance De Um Peão Posteiro
05
Marca De Campo
06
Pra Um Aperto A Qualquer Hora
07
No Dia Em Que Saí De Casa
08
Estampa De Gaiteiro
09
Acarcando As Chilenas
10
Tardes De Invernia
11
Tranco Crioulo
12
Destino Tropeiro
13
Distância, Tempo E Saudade
Aos Desgarrados
Aos desgarrados
autor: ayrthon nenê caetano
compositor: mário nenê:
pra ti que te foi embora desta querência
eu faço uma reverência nesta canção
deixaste pra trás coxilhas de campos verdes
e foste plantar sementes noutro rincão
desbravando novos rumos novo horizonte
deixando tanta saudade levando em ti
o orgulho de ser gaúcho gaudério de pelo duro
formado pela cultura do guarani
se uma lágrima teimosa rolar nos olhos
não fica envergonhado deixa rolar
levanta tua cabeça e olha pro sul que este céu azul
estes campos verdes ainda te esperam pra te abraçar
qual cerne de canjerana não apodrece
a consciência gaúcha não morrerá
pois não importa onde esteja neste universo
há sempre um pouco do pago a te acompanhar
seja na fibra empregada do teu trabalho
ou mesmo num baile xucro de cgt
a cultura rio-grandense se espalha nestas lonjuras
no toque de alguma gaita num chamamê
se uma lágrima teimosa rolar nos olhos
não fica envergonhado deixa rolar
levanta tua cabeça e olha pro sul que este céu azul
estes campos verdes ainda te esperam pra te abraçar
ayrthoncaetano@hotmail.com
autor: ayrthon nenê caetano
compositor: mário nenê:
pra ti que te foi embora desta querência
eu faço uma reverência nesta canção
deixaste pra trás coxilhas de campos verdes
e foste plantar sementes noutro rincão
desbravando novos rumos novo horizonte
deixando tanta saudade levando em ti
o orgulho de ser gaúcho gaudério de pelo duro
formado pela cultura do guarani
se uma lágrima teimosa rolar nos olhos
não fica envergonhado deixa rolar
levanta tua cabeça e olha pro sul que este céu azul
estes campos verdes ainda te esperam pra te abraçar
qual cerne de canjerana não apodrece
a consciência gaúcha não morrerá
pois não importa onde esteja neste universo
há sempre um pouco do pago a te acompanhar
seja na fibra empregada do teu trabalho
ou mesmo num baile xucro de cgt
a cultura rio-grandense se espalha nestas lonjuras
no toque de alguma gaita num chamamê
se uma lágrima teimosa rolar nos olhos
não fica envergonhado deixa rolar
levanta tua cabeça e olha pro sul que este céu azul
estes campos verdes ainda te esperam pra te abraçar
ayrthoncaetano@hotmail.com