Letra de Donos do Palco - Os Serranos
Disco A
01
Donos do Palco
02
Canção ao mundo novo
03
Os 18 do Ambrósio
04
Baita Macho
05
Ginete de Fronteira
06
Poncho Molhado
07
Seleção de Bugios (resto De Baile / Bugio Da Fronteira / Bugio Novo / Bugio Dos Bailes)
08
Nossa Vanera
09
Pescador y Guitarrero
10
Abre o Fole Tio Bilia
11
Andança Serrana
12
Tordilho Negro
13
Serrano Cantor
14
Criado em Galpão
15
Quando Sopra o Minuano
Donos do Palco
À luz dos anos 60 com entusiasmo e nativismo
Lá na serra do Rio Grande dois jovens com gauchismo
Atrás de suas cordeonas com sonhos e idealismo
Iniciavam Os Serranos com trabalho e com civismo
Sempre foi nosso desejo do fundo do coração
Honrar a nossa bombacha, lenço, bota e cinturão
E nem que passe mil anos não vamos frouxar o garrão
Pois modismo não altera nossa linda tradição!
Meu irmão foi convocado e se chegou com euforia
E peleou junto conosco dia e noite, noite e dia
Outros colegas chegaram pra compor a parceria
Hoje levamos a vida cantando com alegria
E assim são os serranos em cada apresentação
Donos do palco em que pisam, seguros da profissão
Atendendo sempre aos fãs, repartindo emoção
Cada vez que canta um verso é uma semente no chão
Sempre foi nosso desejo do fundo do coração
Honrar a nossa bombacha, lenço, bota e cinturão
E nem que passe mil anos não vamos frouxar o garrão
Pois modismo não altera nossa linda tradição!
Lá na serra do Rio Grande dois jovens com gauchismo
Atrás de suas cordeonas com sonhos e idealismo
Iniciavam Os Serranos com trabalho e com civismo
Sempre foi nosso desejo do fundo do coração
Honrar a nossa bombacha, lenço, bota e cinturão
E nem que passe mil anos não vamos frouxar o garrão
Pois modismo não altera nossa linda tradição!
Meu irmão foi convocado e se chegou com euforia
E peleou junto conosco dia e noite, noite e dia
Outros colegas chegaram pra compor a parceria
Hoje levamos a vida cantando com alegria
E assim são os serranos em cada apresentação
Donos do palco em que pisam, seguros da profissão
Atendendo sempre aos fãs, repartindo emoção
Cada vez que canta um verso é uma semente no chão
Sempre foi nosso desejo do fundo do coração
Honrar a nossa bombacha, lenço, bota e cinturão
E nem que passe mil anos não vamos frouxar o garrão
Pois modismo não altera nossa linda tradição!