Letra de Percanterio - Neto Fagundes
Disco A
01
Festa em Porto Alegre
02
Pé na Estrada
03
Rancho Da Ilusão
04
Bailanta do Tio Flor
05
Todo Mundo Veio Pro Rodeio
06
Mulher Gaúcha
07
Perdido Num Baile de Fronteira
08
Percanterio
09
Entrando no M'Bororé
10
Os Cardeais
11
Últimas Carretas
12
Santas e Pecadoras
13
Eu Sou do Sul
14
Amigo
15
Castelhana
Percanterio
Lá na bailanta das percantas a chinalhada gaviona
Cadelhudas, redomonas, andam alçadas na sala
No tilintar das chilenas a noite fica pequena
E a gaita por gosto fala. E a gaita por gosto fala.
(E dá-lhe canha que é a sanha dessas loucas
Uma noite é coisa pouca, é coisa pouca
Não sente quem bota o freio
O golpe feito na boca
E não tem nada, não tem nada
Vamo até de madrugada de cola atada
Gineteando campo a fora só chora
Quem vem de baixo da espora)
Atrás de caras pintadas andam olheiras comuns
O riso de cada um pelo preço de ocasião
Patronas que eram ventenas
Hoje sujeitam-se às penas de viver de mão-em-mão.
De viver de mão-em-mão
(refrão)
Na prosa da cafetina ficam carreiras atadas
Chinas já redemoniadas quietas de rédeas no chão
As queixas de porco gaxo no riso da oito baixo
Vão arrastando a ilusão. Vão arrastando a ilusão.
(refrão)
E quando a dona ressaca
Vem no mormaço do dia
Já se mandaram a la cria
Os que aqui pediram vaga
Pelo descaso do apreço
Pagam de dia o preço
Que de noite ninguém paga
(refrão)
Cadelhudas, redomonas, andam alçadas na sala
No tilintar das chilenas a noite fica pequena
E a gaita por gosto fala. E a gaita por gosto fala.
(E dá-lhe canha que é a sanha dessas loucas
Uma noite é coisa pouca, é coisa pouca
Não sente quem bota o freio
O golpe feito na boca
E não tem nada, não tem nada
Vamo até de madrugada de cola atada
Gineteando campo a fora só chora
Quem vem de baixo da espora)
Atrás de caras pintadas andam olheiras comuns
O riso de cada um pelo preço de ocasião
Patronas que eram ventenas
Hoje sujeitam-se às penas de viver de mão-em-mão.
De viver de mão-em-mão
(refrão)
Na prosa da cafetina ficam carreiras atadas
Chinas já redemoniadas quietas de rédeas no chão
As queixas de porco gaxo no riso da oito baixo
Vão arrastando a ilusão. Vão arrastando a ilusão.
(refrão)
E quando a dona ressaca
Vem no mormaço do dia
Já se mandaram a la cria
Os que aqui pediram vaga
Pelo descaso do apreço
Pagam de dia o preço
Que de noite ninguém paga
(refrão)