Letra de Minha Estampa - Sandro Oliveira e Grupo Fole Solto
Disco A
01
O Chorão
02
Fandango De Ctg
03
Vaneirinha Pra Deus
04
Gosto Que Me Enrosco
05
Seguindo O Tranco Monarca
06
Lambendo O Osso
07
Minha Estampa
08
Meu Nome É Domador
09
Vovô Já Foi
10
A Dança Do Xixo
11
Coceira Da Velha
12
Vida Campeira
13
Surungo De Rancho
14
Coroa Enferrujada
15
Pura Cepa
16
Boto Pra Desmanchar
17
A Galopito Na Vaneira
Minha Estampa
(joão alberto pretto/pedro leonardo lauermann leonardo)
sou taura criado guaxo que brotou da xucra pampa
campeiro por natureza, reparem bem minha estampa
com campo por testemunha, eu venho domando a sorte
e não tem potro gaiúna que não conheça os meus cortes
trago na cisma do peito o picumã destes galpões
que, nas ânsias querendonas, vem se mesclando aos fogões
pra um quebra que tem orgulho de usar uma bombacha
neste rio grande do sul é onde o destino acha
cresci aqui na campanha falquejando as minhas manhas
surrando só nas oreia´, boleando um trago de canha
sou ginete campeador, com braço de domador
carrego meus sonhos guapos nos flecos do tirador
nas origens abugradas com cheiro e gosto de terra
de santa-fé e taquara ergui um rancho primavera
esta estirpe abagualada que não cai mesmo que rode
há tempo já mata pasto, guanxuma e barba de bode
nas campereadas da vida sempre tem um mate novo
pois trago na minha garupa a tradição de um povo
junto d’alma, o coração bate igualzito um leguero
sentinela alma do pampa deste carisma campeiro
cresci aqui na campanha falquejando as minhas manhas...
sou taura criado guaxo que brotou da xucra pampa
campeiro por natureza, reparem bem minha estampa
com campo por testemunha, eu venho domando a sorte
e não tem potro gaiúna que não conheça os meus cortes
trago na cisma do peito o picumã destes galpões
que, nas ânsias querendonas, vem se mesclando aos fogões
pra um quebra que tem orgulho de usar uma bombacha
neste rio grande do sul é onde o destino acha
cresci aqui na campanha falquejando as minhas manhas
surrando só nas oreia´, boleando um trago de canha
sou ginete campeador, com braço de domador
carrego meus sonhos guapos nos flecos do tirador
nas origens abugradas com cheiro e gosto de terra
de santa-fé e taquara ergui um rancho primavera
esta estirpe abagualada que não cai mesmo que rode
há tempo já mata pasto, guanxuma e barba de bode
nas campereadas da vida sempre tem um mate novo
pois trago na minha garupa a tradição de um povo
junto d’alma, o coração bate igualzito um leguero
sentinela alma do pampa deste carisma campeiro
cresci aqui na campanha falquejando as minhas manhas...