Letra de Vanera De Galpão - Álvaro Feliciani

Vanera De Galpão

Contraponteando contra o coração, o gaiteiro e a gaita num abraço


olha essa vanera de galpão vai tranqueando passo no compasso




na simplicidade pura do seu jeito são os velhos teatinos do meu pago


pra afogar a magoa no seu peito busco na vanera um afago


a luz de candieiro e a polvadeira parede chamuscada de picumã


e o colo que acolhe um estradeiro e a ilusão que finda de manhã




fico bobeando uma vez espiando pela fresta aberta do oitão


e uma morenaça sarandeando exalando aroma da paixão


a saudade louca esporeia quando a campo afora eu me bandeio


levando na idéia aquele olhar que inspirou na gaita o meu floreio.


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