Letra de Atirado as Traças - Miguel Marques
Miguel Marques
CD 30 Anos 2012
Disco A
01
Ainda Existe Um Lugar
02
Atirado as Traças
03
A Lição das Andorinhas
04
De Traz Da Vidraça
05
Manhãs
06
Vou Pra Fora
07
Lá Fora
08
O Galpão e a Passarada
09
Um Aparte Piá
10
O Canto do Sabiá
11
Rio Grande Véio
12
Clave de Lua
13
Folha Seca
14
Meu Fim de Mundo
15
Quitandeira
16
A Última Lágrima
17
Pra Um Filho Distante
18
Sonho de Barro
Atirado as Traças
(Miguel Bicca, Sabani Felipe de Souza)
Eu ando assim meio atirado às traças
Sem ter alguém para cevar meu mate
Que sinta falta quando estou pro campo
E sinta medo quando gineteio
Embora saiba que do meu arreio
Eu só me apeio pra matar a sede
Que atice o fogo nos invernos brabos
Quando cansado chego das tropeadas
Café passado, bóia bem caseira
Que venho enjoado de comer assado
Me aqueça o corpo quando a noite é fria
E me faça ver o quanto sou amado
Alguém que à tarde ao matear me faça
Ouvir as queixas do mais novo dos guris
Não puxou água nem a lenha pra cozinha
E além de tudo agora deu pra se sumir
Encilha um potro de taquara e diz que é tu
Agarra um fiambre e vai sestia no corredor
Só fala em tropas, campereadas e baguais
E acolhera os guaxos pra lidar de lavrador
Afinal sonhar um pouco adoça a alma
Dos que na vida andam sozinhos que nem eu
Tendo os arreios e os pelegos como catre
E em vez de quincha, um poncho negro e um chapéu
Alguém que à tarde ao matear me faça
Ouvir as queixas do mais novo dos guris
Não puxou água nem a lenha pra cozinha
E além de tudo agora deu pra se sumir
Encilha um potro de taquara e diz que é tu
Agarra um fiambre e vai sestia no corredor
Só fala em tropas, campereadas e baguais
E acolhera os guaxos pra lidar de lavrador
Afinal sonhar um pouco adoça a alma
Dos que na vida andam sozinhos que nem eu
Tendo os arreios e os pelegos como catre
E em vez de quincha, um poncho negro e um chapéu
Tendo os arreios e os pelegos como catre
E em vez de quincha, um poncho negro e um chapéu
Eu ando assim meio atirado às traças
Sem ter alguém para cevar meu mate
Que sinta falta quando estou pro campo
E sinta medo quando gineteio
Embora saiba que do meu arreio
Eu só me apeio pra matar a sede
Que atice o fogo nos invernos brabos
Quando cansado chego das tropeadas
Café passado, bóia bem caseira
Que venho enjoado de comer assado
Me aqueça o corpo quando a noite é fria
E me faça ver o quanto sou amado
Alguém que à tarde ao matear me faça
Ouvir as queixas do mais novo dos guris
Não puxou água nem a lenha pra cozinha
E além de tudo agora deu pra se sumir
Encilha um potro de taquara e diz que é tu
Agarra um fiambre e vai sestia no corredor
Só fala em tropas, campereadas e baguais
E acolhera os guaxos pra lidar de lavrador
Afinal sonhar um pouco adoça a alma
Dos que na vida andam sozinhos que nem eu
Tendo os arreios e os pelegos como catre
E em vez de quincha, um poncho negro e um chapéu
Alguém que à tarde ao matear me faça
Ouvir as queixas do mais novo dos guris
Não puxou água nem a lenha pra cozinha
E além de tudo agora deu pra se sumir
Encilha um potro de taquara e diz que é tu
Agarra um fiambre e vai sestia no corredor
Só fala em tropas, campereadas e baguais
E acolhera os guaxos pra lidar de lavrador
Afinal sonhar um pouco adoça a alma
Dos que na vida andam sozinhos que nem eu
Tendo os arreios e os pelegos como catre
E em vez de quincha, um poncho negro e um chapéu
Tendo os arreios e os pelegos como catre
E em vez de quincha, um poncho negro e um chapéu