Letra de De Um Canto Saudade - Os Tiranos
Disco A
01
Chineiro
02
Chamamé Serrano
03
Num Baile Gaúcho
04
Cuiúdo das Gurias
05
Quando Me "espaio" Num Chamamé
06
Rio Grande Véio
07
Eu Gosto
08
Teu Olhar / Você Outra Vez
09
De Alma Lanhada
10
Isto é Rodeio
11
Chamamé do Amor
12
Namoro de Gato
13
Gaúcha Linda
14
Chasque Pra Dom Munhoz
15
De Um Canto Saudade
16
Brasil de Bombacha
17
Ela é Uma Flor, Eu Sou Um Campeiro / Fogo da Paixão
18
Tributo Para Um Tropeiro
19
Oh! de Casa
20
Entrevero Gaúcho
De Um Canto Saudade
No compasso que toca o gaiteiro,
eu peço licença "prum" taura cantar,
as belezas da terra sulina,
da mata, campina de rio serra e mar
Ô ô ô...deu saudades da terra
Ô ô ô...canto que o gado berra (x2)
No resmungo de uma botoneira
Me emponhcho em licença pra ser cantador,
Por andar extraviado no mundo,
eu canto a história mostrando o valor.
no churrasco e arroz carretero,
no vento minuano e na marcação
com tertúlias e rodas de mate,
fandangos carreras e prendas que amaram este peão
Ô ô ô...deu saudades da terra
Ô ô ô...canto que o gado berra
Trago na resistência farrapa
Que endoça a poesia de ouvirr essa canção
Renegando marcha de cantiga
num sopro de gaita no meu coração
Ô ô ô...deu saudades da terra
Ô ô ô...canto que o gado berra
No resmungo de uma botoneira
Me emponhcho em licença pra ser cantador,
Por andar extraviado no mundo,
eu canto a história mostrando o valor.
no churrasco e arroz carretero,
no vento minuano e na marcação
com tertúlias e rodas de mate,
fandangos carreras e prendas que amaram este peão
Ô ô ô...deu saudades da terra
Ô ô ô...canto que o gado berra
eu peço licença "prum" taura cantar,
as belezas da terra sulina,
da mata, campina de rio serra e mar
Ô ô ô...deu saudades da terra
Ô ô ô...canto que o gado berra (x2)
No resmungo de uma botoneira
Me emponhcho em licença pra ser cantador,
Por andar extraviado no mundo,
eu canto a história mostrando o valor.
no churrasco e arroz carretero,
no vento minuano e na marcação
com tertúlias e rodas de mate,
fandangos carreras e prendas que amaram este peão
Ô ô ô...deu saudades da terra
Ô ô ô...canto que o gado berra
Trago na resistência farrapa
Que endoça a poesia de ouvirr essa canção
Renegando marcha de cantiga
num sopro de gaita no meu coração
Ô ô ô...deu saudades da terra
Ô ô ô...canto que o gado berra
No resmungo de uma botoneira
Me emponhcho em licença pra ser cantador,
Por andar extraviado no mundo,
eu canto a história mostrando o valor.
no churrasco e arroz carretero,
no vento minuano e na marcação
com tertúlias e rodas de mate,
fandangos carreras e prendas que amaram este peão
Ô ô ô...deu saudades da terra
Ô ô ô...canto que o gado berra