Letra de Recreio - Mano Lima
Disco A
01
Laço Bom e Mulher Bonita
02
Manolima.com
03
De Trás Pra Diante
04
Recreio
05
Alpargata Bigoduda
06
A Mulher e o Cavalo
07
Bailanta dos Bichos
08
Don Fermino
09
Macaquice
10
No Rancho do Coração
11
Maria Fumaça
Disco B
01
Assim Sou Eu
02
Sete Furos
03
Ensarjetado
04
Pedro Pampa
05
Rubens Colombo Lima
06
Mulher e Boca de Égua
07
Rancho de Vidraça
08
Chamado
09
Maragato e Chimango
10
Pelo-duro
11
Nada Vezes Nada
12
Faixa-bônus: Assim Sou Eu - Versão Original
Recreio
Sou vertente de água pura, sou sentinela do pampa
Eu sou tropeiro que acampa enquanto a tropa descansa
Sou o progresso que avança na direção do futuro
Eu sou o minuano puro cabrestiando uma esperança.
Tal qual a velha missões que sepé glorificou
Um pouco do que restou deste caudilho imortal
Sou o escarcéu de bagual bem no alto da coxilha
Eu sou mais um farroupilha buscando seu ideal.
Pra quem não sabe quem sou, sei que meu verso dirá
Minha matas tem mais verde, mais prata tem meu luar
Querência flor de querência, lindo lugar pra morar,
Rincão que a natureza chamou de maçambará.
Sou campo de pasto verde, do salso e do gerivá
Sou o canto do sabiá, recreio de boa aguada
Sou grito do mão pelada lá na costa do banhado
Sou presente, sou passado, sou clarim da madrugada.
Sou a querência mais nova que a geografia pariu
Ventada de chuva e frio pelas mãos da natureza
A fauna é minha riqueza, a cultura é meu estudo
Na plantação tenho tudo, fartura e pão sobre a mesa.
Eu sou tropeiro que acampa enquanto a tropa descansa
Sou o progresso que avança na direção do futuro
Eu sou o minuano puro cabrestiando uma esperança.
Tal qual a velha missões que sepé glorificou
Um pouco do que restou deste caudilho imortal
Sou o escarcéu de bagual bem no alto da coxilha
Eu sou mais um farroupilha buscando seu ideal.
Pra quem não sabe quem sou, sei que meu verso dirá
Minha matas tem mais verde, mais prata tem meu luar
Querência flor de querência, lindo lugar pra morar,
Rincão que a natureza chamou de maçambará.
Sou campo de pasto verde, do salso e do gerivá
Sou o canto do sabiá, recreio de boa aguada
Sou grito do mão pelada lá na costa do banhado
Sou presente, sou passado, sou clarim da madrugada.
Sou a querência mais nova que a geografia pariu
Ventada de chuva e frio pelas mãos da natureza
A fauna é minha riqueza, a cultura é meu estudo
Na plantação tenho tudo, fartura e pão sobre a mesa.