Letra de Peão do Rio Grande - Grupo Serrano & Campero
Disco A
01
Dançador de Vaneira
02
Preço do Gateado
03
Parceiro
04
Relincho e Berro de Touro
05
Bugiuzito Monarca
06
Gaita Pianada
07
Guri Quitandeiro
08
Espantando o Frio
09
Manhã de Julho
10
Tempos de Infância
11
Homenagem a Palmitinho
12
Meu Rio Grande do Sul
13
Peão do Rio Grande
14
Rodeio na Fazenda Ferradura
Peão do Rio Grande
(Paulino Viana)
Lá na querência onde moro, já estou acostumado
Levanto de madrugada, ouvindo o berro do gado
Faço um fogo no galpão e um chimarrão bem cevado
Vou repontando a saudade nuns golezito' espaceado
Me chamam de peão taipeiro, apelido que gostei
Eu sou aquilo que sou, porque mentir eu não sei
Mas, graças a Deus, eu digo que onde eu trabalhei
Raça, fibra e qualidade sempre foi o que mostrei
Meu pai também foi peão com fibra de índio macho
Também foi grande gaiteiro na cordeona de oito baixo'
Quando ele abria o peito, salão quase vinha abaixo
De bota e bombacha larga, chapéu grande e barbicacho
Herança que eu recebi deste velho companheiro
Que foi meu saudoso pai, gaúcho bem brasileiro
Índio puro de verdade, montava um bagual de'em pelo
Soube honrar a tradição deste chão xucro e campeiro
Pra cantar minha querência, não precisa que me mande
Hei de levar o teu nome em qualquer parte que ande
Peço a Deus, que é poderoso, que saúde ele me mande
Que eu possa gritar bem alto, sou mais um peão do Rio Grande
Lá na querência onde moro, já estou acostumado
Levanto de madrugada, ouvindo o berro do gado
Faço um fogo no galpão e um chimarrão bem cevado
Vou repontando a saudade nuns golezito' espaceado
Me chamam de peão taipeiro, apelido que gostei
Eu sou aquilo que sou, porque mentir eu não sei
Mas, graças a Deus, eu digo que onde eu trabalhei
Raça, fibra e qualidade sempre foi o que mostrei
Meu pai também foi peão com fibra de índio macho
Também foi grande gaiteiro na cordeona de oito baixo'
Quando ele abria o peito, salão quase vinha abaixo
De bota e bombacha larga, chapéu grande e barbicacho
Herança que eu recebi deste velho companheiro
Que foi meu saudoso pai, gaúcho bem brasileiro
Índio puro de verdade, montava um bagual de'em pelo
Soube honrar a tradição deste chão xucro e campeiro
Pra cantar minha querência, não precisa que me mande
Hei de levar o teu nome em qualquer parte que ande
Peço a Deus, que é poderoso, que saúde ele me mande
Que eu possa gritar bem alto, sou mais um peão do Rio Grande