Letra de Compadre Chico - Sinuelo Pampeano

Compadre Chico

Compadre Chico atiça o fogo e ceva o mate
Que o dia vem se espreguiçando na porteira
Varre o galpão e dá de mão na reculita
Que eu seco a vita dessas guachas da mangueira

Rodeio brabo é o da Invernada do Angico
Vem se arrastando e como custa pra chegar
Não tem sinuelo de boi manso e nem cachorro
Que estenda a tropa quando é dia de banhar

O céu de maio enferruscado manda aviso
Que o vento loco já chegou nos castelhanos
Poncho piloto e a coqueiro dois tesouros
De tira couro sapecado de minuano

E dando rédeas não importa de onde venha
Meta o cavalo fiador da minha tropa
Como um irmão que dá a mão de última hora
Atando a espora no garrão de alguma bota

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