Letra de Chimarrão da Saudade - Grupo Chamamento
Disco A
01
Campeiros De Ontem
02
Bailantas da Vida
03
À Moda Martin Fierro
04
Mensagem Gaúcha
05
Ausência
06
Dia de Cambicho
07
Rio Pelotas
08
Marca Vacariana
09
Bugio Estradeiro
10
Herança De Campeiro
11
Vila Velha
12
Gaúcho no Rock
13
Chimarrão da Saudade
14
De Fio a Pavio
15
Bailanta e Carpeta
16
Sinfonia Campesina
17
Homenagem a Um Serrano
18
De Como Cantar Um Flete
19
Sarandeia
20
Sonho de Criança
Chimarrão da Saudade
A garoa esbranquiçada pinga na quincha do rancho
Quando vislumbro no gancho lá do varal da ramada
E dependurada a balança toda a tristeza que trago
Nos goles do mate amargo que me alcança a madrugada
Nos goles do mate amargo que me alcança a madrugada
Os horizontes se perdem como nuvem de fumaça
Sem ver o tempo que passa no pensamento conflito
E os olhares perdidos vagueiam pela querência
Como a busca a paciência nesse meu mate solito
(refrão)
Pra quem mateia em silêncio o tempo volta pra trás
E a lembrança se faz parceira muito a vontade
O chimarrão é um palanque dos aporriados lamentos
Que era um potro sentimento e hoje apenas saudade
Que era um potro sentimento e hoje apenas saudade
Se a primavera em setembro tem cheiro de campo e flor
Um tempo de mais amor no rebrotar das paixões
Quando o minuano assobia cada espaço vazio
São frestas por onde o frio vem judiar dos corações
São frestas por onde o frio vem judiar dos corações
Na meditação campeira de um gauchesco ritual
Onde o galpão é o altar que não tem luxo ou vaidade
Como o amigo sincero que entende o que eu não digo
O fogo chora comigo entre goles de saudade
(repete o refrão)
Quando vislumbro no gancho lá do varal da ramada
E dependurada a balança toda a tristeza que trago
Nos goles do mate amargo que me alcança a madrugada
Nos goles do mate amargo que me alcança a madrugada
Os horizontes se perdem como nuvem de fumaça
Sem ver o tempo que passa no pensamento conflito
E os olhares perdidos vagueiam pela querência
Como a busca a paciência nesse meu mate solito
(refrão)
Pra quem mateia em silêncio o tempo volta pra trás
E a lembrança se faz parceira muito a vontade
O chimarrão é um palanque dos aporriados lamentos
Que era um potro sentimento e hoje apenas saudade
Que era um potro sentimento e hoje apenas saudade
Se a primavera em setembro tem cheiro de campo e flor
Um tempo de mais amor no rebrotar das paixões
Quando o minuano assobia cada espaço vazio
São frestas por onde o frio vem judiar dos corações
São frestas por onde o frio vem judiar dos corações
Na meditação campeira de um gauchesco ritual
Onde o galpão é o altar que não tem luxo ou vaidade
Como o amigo sincero que entende o que eu não digo
O fogo chora comigo entre goles de saudade
(repete o refrão)