Letra de Canto de Lida e Tempo - Jari Terres
Disco A
01
Compondo os Arreios
02
Por Estas Chuvas de Julho
03
Um Retrato do Berega
04
No Coração do Meu Pago
05
A Sombra e Seus Desalentos
06
Camino Del Entrerriano
07
Décima do Canto Verde
08
De Chegada
09
Canto de Lida e Tempo
10
Um Verso De Noite Linda
11
El Refugio de Mi Niñez
12
Do Rumo dos Teus Olhos
13
Canção de Apreço a Quem Tem Espinhos
14
Laguna Del Rincón
Canto de Lida e Tempo
Cambona, ronco de mate, gorjeios no pensamento
Assovios, canto de galo, cheiro de campo nos ventos
Do lusco-fusco pra o dia, o laço volta pra os tentos
Do lusco-fusco pra o dia, o laço volta pra os tentos
Relinchos junto ao baldrame, do colorado e o rosilho
Cuidando os gestos do dono, pulindo a tulha do milho
Ritual que começa o dia pelos cavalos que encilho
Ritual que começa o dia pelos cavalos que encilho
Quem não tem mais que os arreios, dois pingos para encilhar
Um poncho e os corredores, lonjuras para estradear
É um galardão ser campeiro, ter um galpão pra voltar
É um galardão ser campeiro, ter um galpão pra voltar
Cachorrada inseparável, de orelhas tesas, alerta
Dialogando num olhar, expressões de estima certa
Pura irmandade campeira que só o galpão acoberta
Pura irmandade campeira que só o galpão acoberta
Recorridas de rodeios, a tarde amansa o vento
Trote suado a contra-rastro, querências no pensamento
Do lusco-fusco pra noite o laço apeia dos tentos
Do lusco-fusco pra noite o laço apeia dos tentos
Quem não tem mais que os arreios, dois pingos para encilhar
Um poncho e os corredores, lonjuras para estradear
É um galardão ser campeiro, ter um galpão pra voltar
É um galardão ser campeiro, ter um galpão pra voltar
Assovios, canto de galo, cheiro de campo nos ventos
Do lusco-fusco pra o dia, o laço volta pra os tentos
Do lusco-fusco pra o dia, o laço volta pra os tentos
Relinchos junto ao baldrame, do colorado e o rosilho
Cuidando os gestos do dono, pulindo a tulha do milho
Ritual que começa o dia pelos cavalos que encilho
Ritual que começa o dia pelos cavalos que encilho
Quem não tem mais que os arreios, dois pingos para encilhar
Um poncho e os corredores, lonjuras para estradear
É um galardão ser campeiro, ter um galpão pra voltar
É um galardão ser campeiro, ter um galpão pra voltar
Cachorrada inseparável, de orelhas tesas, alerta
Dialogando num olhar, expressões de estima certa
Pura irmandade campeira que só o galpão acoberta
Pura irmandade campeira que só o galpão acoberta
Recorridas de rodeios, a tarde amansa o vento
Trote suado a contra-rastro, querências no pensamento
Do lusco-fusco pra noite o laço apeia dos tentos
Do lusco-fusco pra noite o laço apeia dos tentos
Quem não tem mais que os arreios, dois pingos para encilhar
Um poncho e os corredores, lonjuras para estradear
É um galardão ser campeiro, ter um galpão pra voltar
É um galardão ser campeiro, ter um galpão pra voltar