Letra de Correntina - Júlio Saldanha

Correntina

Era noite de primavera
Fui bailar um chamamé
Debaixo de uma ramada
Numa estância em santo tomé

A gauchada faceira
Bailava com sentimento
E as mais lindas correntinas
Deixavam aromas ao vento

Na noite clara de lua
E o baile quase no fim
Foi quando uma castelhana
De olhos negros sorriu pra mim

Oigalêêê, flor de morena
Coisa rara de se ver
Correntina vem cá comigo
Te convido pra um chamamé

Entre uns goles de vinho
E acordes de cordeona
Surge um grito sapocai
Anunciando la mañana

De volta a são borja antiga
Cruzei a ponte mirando o rio
Busquei versos no pensamento
Floreando um tango no assobio

Oigalêêê, flor de morena
Coisa rara de se ver
Correntina vem cá comigo
Te convido pra um chamamé
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