Letra de Na Angústia Desse Adeus - Wilson Paim
Disco A
01
Voa Liberdade
02
Desencontro De Primavera
03
Caminhão Boiadeiro
04
Trem Do Pantanal
05
Solidão de Amigos
06
Galopeira
07
Meu Pequeno Paraíso
08
Coisas Do Coração
09
Anjo Feito Gente
10
Prenda Minha
11
Na Angústia Desse Adeus
12
O Doce Da Paixão
13
A Espera de um Retorno
14
Velho Odécio
15
Ave Maria Da Manhã
16
Ave Maria Da Tarde
Na Angústia Desse Adeus
Jamais esqueço, era primavera
Ao cair a tarde de um dia qualquer
Te encontrei trinqueira de doces meneios
Corpo de menina, misto de mulher
Mesmo não estando diante de meus olhos
Eu sempre sabia onde te encontravas
Não era difícil seguir os teus passos,
Pois nasciam flores onde tu pisavas,
(Refrão)
Mas foram breves os momentos de ternura
Com o sorriso e o fulgor dos olhos teus
Hoje o que resta é a saudade e o desencanto
Dimensionando a angústia desse adeus
Por que persiste essa tortura na minha alma,
Se há muitas eras se desfez o bem-querer?
Por que a saudade bate cascos no meu peito
E esta distância não me ensina a te esquecer?
Ainda bem que perpetuei no tempo
O doce momento em que te conheci,
Pois hoje o que resta é arranchar comigo
Os sonhos desfeitos, tudo que perdi,
Mas resta a esperança de rever-te um dia
Com teu riso meigo de uma brisa calma
Pra que vá embora, mesmo a qualquer preço
O calor avesso que gela minha alma
(Repete o Refrão)
Por que a saudade bate cascos no meu peito
E esta distância não me ensina a te esquecer?
Ao cair a tarde de um dia qualquer
Te encontrei trinqueira de doces meneios
Corpo de menina, misto de mulher
Mesmo não estando diante de meus olhos
Eu sempre sabia onde te encontravas
Não era difícil seguir os teus passos,
Pois nasciam flores onde tu pisavas,
(Refrão)
Mas foram breves os momentos de ternura
Com o sorriso e o fulgor dos olhos teus
Hoje o que resta é a saudade e o desencanto
Dimensionando a angústia desse adeus
Por que persiste essa tortura na minha alma,
Se há muitas eras se desfez o bem-querer?
Por que a saudade bate cascos no meu peito
E esta distância não me ensina a te esquecer?
Ainda bem que perpetuei no tempo
O doce momento em que te conheci,
Pois hoje o que resta é arranchar comigo
Os sonhos desfeitos, tudo que perdi,
Mas resta a esperança de rever-te um dia
Com teu riso meigo de uma brisa calma
Pra que vá embora, mesmo a qualquer preço
O calor avesso que gela minha alma
(Repete o Refrão)
Por que a saudade bate cascos no meu peito
E esta distância não me ensina a te esquecer?