Letra de Honrando o Xucrismo - Grupo Oh de Casa
Disco A
01
Loco De Pressa
02
Num Trancão Do Tempo Antigo
03
Mandamento Gaúcho
04
Prece Ao Patrão Do Céu
05
Honrando o Xucrismo
06
Pra Dançar Bugio
07
Serrana Da Vacaria
08
O Amor E O Tempo
09
Mestre Antoninho Duarte
10
Prosa
11
Dia De Folga
12
O Amor É Complicado
13
Movido A Gaitaço
14
Chalé de Madeira
15
Na Penumbra Do Candeeiro
16
Meu Reino Encantado
17
No Arremate Do Baile
Honrando o Xucrismo
Na simplicidade
de um rancho sem luxo.
o povo gaúcho
forma descendência
mantendo a consciência
mostrando pro mundo
valores oriundo
da nossa existência
É o velho atavismo
de bombacha e bota
que a vida rebrota
pra ao nosso legado
fernilhando o sangue
pulsa o coração
no altar do galpão
que é o solo sagrado
estribilho ( bis)
o rio grande baila / de alma encilhada
pelas madrugadas / vai firmando o passo
preservando a história / honrando o xucrismo
timbra o telurismo / ao som de um gaitaço
a altives da estampa
retrata a imagem
da chucra linhagem
que no sul aflora
em rima sonora
recrutando o verso
canta universo
da vida lá fora
É a raiz gaúcha
que o tempo não doma
o rufar da cordeona
e o canto nativo
e nas madrugadas
vai cruzando o tento
se gloriando os ventos
se mantendo vivo
de um rancho sem luxo.
o povo gaúcho
forma descendência
mantendo a consciência
mostrando pro mundo
valores oriundo
da nossa existência
É o velho atavismo
de bombacha e bota
que a vida rebrota
pra ao nosso legado
fernilhando o sangue
pulsa o coração
no altar do galpão
que é o solo sagrado
estribilho ( bis)
o rio grande baila / de alma encilhada
pelas madrugadas / vai firmando o passo
preservando a história / honrando o xucrismo
timbra o telurismo / ao som de um gaitaço
a altives da estampa
retrata a imagem
da chucra linhagem
que no sul aflora
em rima sonora
recrutando o verso
canta universo
da vida lá fora
É a raiz gaúcha
que o tempo não doma
o rufar da cordeona
e o canto nativo
e nas madrugadas
vai cruzando o tento
se gloriando os ventos
se mantendo vivo