Letra de Pra Quem Tapeia o Chapéu - Cristiano Quevedo
Disco A
01
Uma Gaita Toca Um Hino
02
Louco Por Chamamé
03
Botando Corda
04
Mate e Mel
05
Nas Patas do Meu Cavalo
06
O Curso das Sete Armas
07
Por Casa
08
Morena Gaúcha
09
Pra Ser Feliz no Sul
10
Pra Quem Tapeia o Chapéu
11
Na Garupa da Milonga
12
Floreia e Bamo se Acarcá
13
Sede
14
No Bater dos Cascos
15
Interiorana
Pra Quem Tapeia o Chapéu
Pra quem tapeia o chapéu
E sem medo mostra a cara
Pra quem perde e não se perde
Apanha mas não dispara
Pra aquele que se revolta
Com as coisas e não com a vida
E volta de novo à lida
É que meu canto se volta
Para quem o sol castiga
E que à noite pesa o pranto
E cicatriza no campo
As feridas do viver
O meu cantar há de ser
Ecos de mim na garganta
Pois sabe entender quem planta
O quanto custa colher
O quanto custa colher
Nas funções dos meus iguais
Eu quero estar no assovio
E quando meu corpo for
Não mais que um copo vazio
Alma de mim sua e planta
Com pássaros na garganta
Me velem no rancherio
Aonde os fins de semana
Gastei até o que não tinha
Depois cultivem uma vinha
Pra que se enrede na cruz
Me encomendem pra Jesus
E esqueçam minha vidinha
Me encomendem pra Jesus
E esqueçam minha vidinha
E os cavalos que amansei
Meio mal-acostumados
Hão de lembrar dos lugares
Onde cantei meus pesares
E cometi meus pecados
E cometi meus pecados
Nas funções dos meus iguais
Eu quero estar no assovio
E quando meu corpo for
Não mais que um copo vazio
Alma de mim sua e planta
Com pássaros na garganta
Me velem no rancherio
Aonde os fins de semana
Gastei até o que não tinha
Depois cultivem uma vinha
Pra que se enrede na cruz
Me encomendem pra Jesus
E esqueçam minha vidinha
Me encomendem pra Jesus
E esqueçam minha vidinha
E sem medo mostra a cara
Pra quem perde e não se perde
Apanha mas não dispara
Pra aquele que se revolta
Com as coisas e não com a vida
E volta de novo à lida
É que meu canto se volta
Para quem o sol castiga
E que à noite pesa o pranto
E cicatriza no campo
As feridas do viver
O meu cantar há de ser
Ecos de mim na garganta
Pois sabe entender quem planta
O quanto custa colher
O quanto custa colher
Nas funções dos meus iguais
Eu quero estar no assovio
E quando meu corpo for
Não mais que um copo vazio
Alma de mim sua e planta
Com pássaros na garganta
Me velem no rancherio
Aonde os fins de semana
Gastei até o que não tinha
Depois cultivem uma vinha
Pra que se enrede na cruz
Me encomendem pra Jesus
E esqueçam minha vidinha
Me encomendem pra Jesus
E esqueçam minha vidinha
E os cavalos que amansei
Meio mal-acostumados
Hão de lembrar dos lugares
Onde cantei meus pesares
E cometi meus pecados
E cometi meus pecados
Nas funções dos meus iguais
Eu quero estar no assovio
E quando meu corpo for
Não mais que um copo vazio
Alma de mim sua e planta
Com pássaros na garganta
Me velem no rancherio
Aonde os fins de semana
Gastei até o que não tinha
Depois cultivem uma vinha
Pra que se enrede na cruz
Me encomendem pra Jesus
E esqueçam minha vidinha
Me encomendem pra Jesus
E esqueçam minha vidinha