Letra de Me Aprumando Pro Retoço - Grupo Manotaço
Disco A
01
Me Aprumando Pro Retoço
02
A Saudade Me Escolta
03
Foi Deus Que Me Fez Campeiro
04
Fogo De Chão
05
Trancão De Vanera
06
Tô De Butuca
07
Ânsia De Chegar
08
E Lá Vou Eu
09
Memórias
10
A Serra é Meu Céu
11
Pega No Abraço
12
A Dona Do Doradilho
13
China Maleva
14
Vai No Balanço
15
Bailanta Na Vila
16
Gaiteiro Bom De Tutano
Me Aprumando Pro Retoço
Eu botei bota nas duas patas de baixo
Manotiei o barbicacho e botei talco nos chulé
Grosei as unhas emparelhando a frachada
Pra que as bota ensebada me cabecem bem nos pés
Eu tenho medo de pisar em pé de moça
De quebrar alguma loca de fazer algum rasgão
Quando me largo não tem chão que me sacuda
Naquele Deus nos acuda bem no meio do salão
E agora sim ninguém vai me prende o grito
Nunca estive tão bonito num fandango assim tão fino
Sei que me chamam de galdério meio grosso
Por que eu solto do caroço e me encomendo pra o destino
Gosto de dança só que eu ando destreinado
Sempre esqueço pra que lado me atiro num vanerão
Se é pras esquerda já me largo tropicando
Se alguém vem me atropelando é porque eu to na contramão
Suo nas mãos passo breu que me defenda
De rasga roupa de prenda tão bonita e delicada
E nas melenas eu já passei graxa de pata
No xucrismo que retrata minha terra abagualada
Que coisa linda é um fandango de campanha
Onde a chinoca se açanha ate o Chico vir debaixo
A canha é boa num cantil feito de guampa
Que combina com a estampa de qualquer gaúcho macho
No fim do baile to com os calo arrebentando
Passei a noite dançando e quem paga a dor é o pé
Mas não tem nada volto embora galopando
Outro sábado esperando em sentir cheiro de mulher
Manotiei o barbicacho e botei talco nos chulé
Grosei as unhas emparelhando a frachada
Pra que as bota ensebada me cabecem bem nos pés
Eu tenho medo de pisar em pé de moça
De quebrar alguma loca de fazer algum rasgão
Quando me largo não tem chão que me sacuda
Naquele Deus nos acuda bem no meio do salão
E agora sim ninguém vai me prende o grito
Nunca estive tão bonito num fandango assim tão fino
Sei que me chamam de galdério meio grosso
Por que eu solto do caroço e me encomendo pra o destino
Gosto de dança só que eu ando destreinado
Sempre esqueço pra que lado me atiro num vanerão
Se é pras esquerda já me largo tropicando
Se alguém vem me atropelando é porque eu to na contramão
Suo nas mãos passo breu que me defenda
De rasga roupa de prenda tão bonita e delicada
E nas melenas eu já passei graxa de pata
No xucrismo que retrata minha terra abagualada
Que coisa linda é um fandango de campanha
Onde a chinoca se açanha ate o Chico vir debaixo
A canha é boa num cantil feito de guampa
Que combina com a estampa de qualquer gaúcho macho
No fim do baile to com os calo arrebentando
Passei a noite dançando e quem paga a dor é o pé
Mas não tem nada volto embora galopando
Outro sábado esperando em sentir cheiro de mulher