Letra de Cruzando a Villa Ansina - Cesar Oliveira e Rogério Melo
Disco A
01
Abertura - Pedro Ortaça
02
Recuerdo
03
Domador de Fronteira
04
Uma Milonga Das Buenas
05
Cantiga Para Meu Chão
06
Coração de Cordeona
07
Serenata Campeira
08
A Pior é Minha
09
De Saltar Calando
10
Ao Trote
11
Zamba de Las Tolderias/Chacarera Del Rancho
12
Espiando na Janela
13
Coplas de Um Tosador
14
No Estilo da Fronteira
15
Cena de Campanha
16
Cruzando a Villa Ansina
Cruzando a Villa Ansina
Quando a noite me surpreende cruzando na villa ansina
Da ventena sem cortina recende o cheiro da farra
E uma inquietude me agarra entre fumaça e neblina
E uma inquietude me agarra entre fumaça e neblina
Sujeito minha douradilha, troco meu pala de braço
Me apeio ao som de um gaitaço na encruzilhada da vila
E o mulherio se perfila na sala campeando espaço
E o mulherio se perfila na sala campeando espaço
Refrão:
A cordeona três ilheiras, por gaviona corcoveia
Num ranchito de fronteira quinchado de lua cheia
Alço o liso e fundo branco, pra clarear o pensamento
E o baile acende no tranco de um chamarrão pacholento
E o baile acende no tranco de um chamarrão pacholento
A noite se para pouca depois que armo o mundéu
Brilha um pedaço de céu no olhar de cada morocha
Que bailam de rédea frouxa no aperto desse escarcéu
Que bailam de rédea frouxa no aperto desse escarcéu
Hace tiempo villa ansina que tu me corta o caminho
Pra quem vagueia sozinho é o templo da perdição
Onde deixo o coração enredado de carinho
Onde deixo o coração enredado de carinho
A cordeona três ilheiras, por gaviona corcoveia
Num ranchito de fronteira quinchado de lua cheia
Alço o liso e fundo branco, pra clarear o pensamento
E o baile acende no tranco de um chamarrão pacholento
E o baile acende no tranco de um chamarrão pacholento
Da ventena sem cortina recende o cheiro da farra
E uma inquietude me agarra entre fumaça e neblina
E uma inquietude me agarra entre fumaça e neblina
Sujeito minha douradilha, troco meu pala de braço
Me apeio ao som de um gaitaço na encruzilhada da vila
E o mulherio se perfila na sala campeando espaço
E o mulherio se perfila na sala campeando espaço
Refrão:
A cordeona três ilheiras, por gaviona corcoveia
Num ranchito de fronteira quinchado de lua cheia
Alço o liso e fundo branco, pra clarear o pensamento
E o baile acende no tranco de um chamarrão pacholento
E o baile acende no tranco de um chamarrão pacholento
A noite se para pouca depois que armo o mundéu
Brilha um pedaço de céu no olhar de cada morocha
Que bailam de rédea frouxa no aperto desse escarcéu
Que bailam de rédea frouxa no aperto desse escarcéu
Hace tiempo villa ansina que tu me corta o caminho
Pra quem vagueia sozinho é o templo da perdição
Onde deixo o coração enredado de carinho
Onde deixo o coração enredado de carinho
A cordeona três ilheiras, por gaviona corcoveia
Num ranchito de fronteira quinchado de lua cheia
Alço o liso e fundo branco, pra clarear o pensamento
E o baile acende no tranco de um chamarrão pacholento
E o baile acende no tranco de um chamarrão pacholento