Letra de Desassossegos (Vaine Darde e João Chagas Leite) - Osvaldir e Carlos Magrão
Disco A
01
Tempero de Amor (Joel Marques e Ivone Ribeiro)
02
De Barretos a Vacaria (Aldo Queiroz)
03
Loira Gelada, Morena Quente (Luiz Bastos, Osvaldir e Carlos Magrão)
04
Desassossegos (Vaine Darde e João Chagas Leite)
05
Gaúcho de Passo Fundo (Teixeirinha)
06
Sonhei Contigo (Rui Biriva e Nilo Brum)
07
Pé de Bode (Praense e Dony Feiria)
08
Cantiga de Rio e Remo (Aparicio Silva Rillo e Zé Bicca)
09
Vem Cá Menina - xote (Joel Marques)
10
Aonde Você For Eu Vou Também (Joel Marques)
11
Como Vai Você (Antonio Marcos e Mário Marcos)
12
Madrugando (Elizeu Vargas)
13
Minha Criança (carlos Magrão E A. J. Souza)
14
Eu Tenho Uma Camiseta Escrita Eu Te Amo (Wander Wildener)
Desassossegos (Vaine Darde e João Chagas Leite)
Meus desassossegos sentam na varanda
Pra matear saudade nesta solidão
Cada pôr de sol dói feito uma brasa
Queimando lembranças no meu coração
Vem a lua aos poucos iluminar o rancho
Com estrelas frias que se vão depois
Nada é mais triste neste mundo louco
Que matear com a ausência de quem já se foi
Que desgosto o mate sevado de mágoas
Pra quem não se basta pra viver tão só
A insônia do catre vara a madrugada
Neste fim de mundo que nem Deus tem dó
Então me pergunto neste desatino
Se esse é o meu destino ou Deus se enganou
Todo o desencanto para um só campeiro
Que de tanto amor se desconsolou
Que desgosto o mate cevado de mágoas
Pra quem não se basta pra viver tão só
A insônia do catre vara a madrugada
Neste fim de mundo que nem Deus tem dó
Pra matear saudade nesta solidão
Cada pôr de sol dói feito uma brasa
Queimando lembranças no meu coração
Vem a lua aos poucos iluminar o rancho
Com estrelas frias que se vão depois
Nada é mais triste neste mundo louco
Que matear com a ausência de quem já se foi
Que desgosto o mate sevado de mágoas
Pra quem não se basta pra viver tão só
A insônia do catre vara a madrugada
Neste fim de mundo que nem Deus tem dó
Então me pergunto neste desatino
Se esse é o meu destino ou Deus se enganou
Todo o desencanto para um só campeiro
Que de tanto amor se desconsolou
Que desgosto o mate cevado de mágoas
Pra quem não se basta pra viver tão só
A insônia do catre vara a madrugada
Neste fim de mundo que nem Deus tem dó