Letra de Eu, o Baio e o Temporal - Pirisca Grecco
Disco A
01
Eu Rio, Tu Ris, Ele Rillo
02
Romeu e Julieta
03
Rédeas (El Amor es un Sueño)
04
Eu, o Baio e o Temporal
05
Meus Novos Cavalos
06
Manhã de Junho
07
Como se Trança uma Encilha
08
Domando Estrelas
09
Caprichos de um Coração Desdomado
10
Feito as Ramas das Videiras
11
Semeador de Estrelas
12
Horizonte Largo
Eu, o Baio e o Temporal
A inquietação da bicharada
A viração que levanta a poeirama da estrada
Ao meu cavalo não diz nada
A reclusão dos paisanos covardes com a vida atada
O uivo da ventania
A chuva vindo guasqueada
Ao meu cavalo não diz nada
Cruzo o campo buscando a paz
Em meio a chuva fúria louca dos temporais
Emudecendo os rastros deixados pra traz
Sigamos eu, o baio, a chuva, raio e nada mais
Com alma de nuvem clara
Calma de água empoçada
E ânsia de seguir o vento no dorso das invernadas
Faço no tempo morada
Feito um fantasma sem rumo
Cortando a várzea encharcada
Com descaso da enxurrada que leva a terra por nada
Faço no tempo morada
Cruzo o campo buscando a paz
Nem que corta a pele o frio que nos castiga
E o baio não nega um passo nem com água até o pescoço
Cancha antiga
Sangue moço
Cruzo o campo buscando a paz
E meio a chuva fúria louca dos temporais
Emudecendo os rastros deixados pra traz
Sigamos eu, o baio, a chuva, raio e nada mais
A viração que levanta a poeirama da estrada
Ao meu cavalo não diz nada
A reclusão dos paisanos covardes com a vida atada
O uivo da ventania
A chuva vindo guasqueada
Ao meu cavalo não diz nada
Cruzo o campo buscando a paz
Em meio a chuva fúria louca dos temporais
Emudecendo os rastros deixados pra traz
Sigamos eu, o baio, a chuva, raio e nada mais
Com alma de nuvem clara
Calma de água empoçada
E ânsia de seguir o vento no dorso das invernadas
Faço no tempo morada
Feito um fantasma sem rumo
Cortando a várzea encharcada
Com descaso da enxurrada que leva a terra por nada
Faço no tempo morada
Cruzo o campo buscando a paz
Nem que corta a pele o frio que nos castiga
E o baio não nega um passo nem com água até o pescoço
Cancha antiga
Sangue moço
Cruzo o campo buscando a paz
E meio a chuva fúria louca dos temporais
Emudecendo os rastros deixados pra traz
Sigamos eu, o baio, a chuva, raio e nada mais