Música e letra

Disparada

Por Alma de Galpão, do álbum Pros Mates.

2010
Versão completa
Letra

Disparada

(Edson Copetti) Por coxilhas e canhadas, as crinas soltas ao vento Vai o potro em disparada, sem rédeas no pensamento Ouve os gritos da peonada, oia, oia, pega, pega E os cascos, batendo firme, levantam poeira e macega Dali a pouco, um assobio vem cortando o espaço E os sonhos de liberdade findam na ponta do laço Escramuça, se boleia, não se entrega sem pelear Mas a soga do destino já começa incomodar Mas que sina caborteira deste mundo onde se vive De que adianta céu e campo se não se pode ser livre