Alegrete · Rio Grande do Sul · Brasil
Letra de música

Onde a Gaita Corcoveia

Quarteto Pampa · Canta Anomar Danúbio Vieira - Metendo Corda

Capa de Canta Anomar Danúbio Vieira - Metendo Corda
Quarteto Pampa

Onde a Gaita Corcoveia

Canta Anomar Danúbio Vieira - Metendo Corda · 2017
Letra: Anomar Danúbio Vieira O Negro Juca me assuntou de um bate coxa Lá no rancho das morocha', na costa do Cerro Chato Eu tô folgado, ontonte, findei a esquila E sei que as chinas da vila se gruda' igual carrapato Soco as garra' no sogueiro e uma graxa na melena Passo um fio nas minhas chilenas pra rasgar algum par de meia Onde a gaita corcoveia, eu me apeio pacholento E faço até meu testamento onde a gaita corcoveia Onde a gaita corcoveia, até a morte é cosa' pouca As crinuda' gavionando, pedindo um freio na boca E sobra até pros refugo' se o gaiteiro é o Boia-Loca E sobra até pros refugo' se o gaiteiro é o Boia-Loca Tem café pra todo gosto Não existe china feia Beleza se vê apalpando E se o isqueiro relampeia E a gaita se debulhando Que nem esterco de oveia' Rancho barreado, Santa-Fé e chão batido Nesse retouço esculpido entre Abrojo e Unha-de-Gato Depois que tramela a porta, não entra nem lua cheia E a gaita, então, corcoveia na costa do Cerro Chato Depois que tramela a porta, não entra nem lua cheia E a gaita, então, corcoveia na costa do Cerro Chato Onde a gaita corcoveia, até a morte é cosa' pouca As crinuda' gavionando, pedindo um freio na boca E sobra até pros refugo' se o gaiteiro é o Boia-Loca E sobra até pros refugo' se o gaiteiro é o Boia-Loca
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