Alegrete · Rio Grande do Sul · Brasil
Letra de música

Prenda

Gabriel Ortaça · Sangue, Raça e Procedência

Letra: Gabriel Ortaça Prenda, quando olho nos teus olhos Não tenho escolha, me desmancho frente a ti Eu fico tonto, perco a calma e enlouqueço Me viro do avesso, volto bobo a guri Solto o potro desta paixão incontida Corcoveando para a vida no varzedo do teu corpo Relincho forte entre bufo e manotaço Me sofreno nos teus braços, depois, plancho quase morto Tu me encilhas com o arreio dos teus beijos Me surrando de desejo, me judia até cansar E quando puxas o cinchão do teu capricho Outra vez, viro bicho e não me canso de te amar Solto o potro desta paixão incontida Corcoveando para a vida no varzedo do teu corpo Relincho forte entre bufo e manotaços Me sofreno nos teus braços, depois, plancho quase morto Depois, plancho quase morto, depois, plancho quase morto
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