Letra de Quando Meu Basto se Agarra - Os Tiranos
Os Tiranos
CD Trancaço 2002
Disco A
01
Trancaço
02
Ela é Uma Flor, Eu Sou Um Campeiro
03
Fim de Semana
04
Bota Fé no Véinho
05
Alma de Campeiro
06
Chama Crioula
07
Querência Vazia
08
Pacholeando nas Quedradas
09
Saudades do Interior
10
Chorando de Amor
11
Quando Meu Basto se Agarra
12
Aqui no Potreiro Velho
13
Entrevero Gaúcho
14
Gaúchos do Litoral (ao vivo)
Quando Meu Basto se Agarra
Foi na barra do ribeiro,
Numa charla pacholenta.
Que o zé claudio perguntou,
Temperando uma água benta.
Se eu não domava um gateado
De largar xispa das venta
Que ele já domou que chega
E se apartou das ferramentas
Conheço bem m'ias prateadas
E o basto de cinchar touro
Meu mango trança de doze,
Buçal e pelego mouro.
Quando meu basto se agarra,
Dou-le pau de afrouxa o couro.
Que de beiçudo maleva
Nunca guentei desaforo.
Quando meu basto se agarra
Num corcóvo bem cinchado
Parece até que o rio grande
Balança e pende pros lados
O corcóvo é mais bonito
Se for de um gateado oveiro
Pealado de corda e meia,
Prás graças do fazendeiro.
O potro bufa e coiceia,
Manoteando o chão brejeiro.
E sai riscando as paletas,
Contra os ferro garroneiros.
Te digo amigo zé claudio,
Que eu gineteio por farra.
Deitando chirca e macega,
Num enleio de pata e garra.
Na fazenda casa branca,
Se algum potro se desgarra.
Pinto de rubro as chilenas
Porque meu basto se agarra.
Numa charla pacholenta.
Que o zé claudio perguntou,
Temperando uma água benta.
Se eu não domava um gateado
De largar xispa das venta
Que ele já domou que chega
E se apartou das ferramentas
Conheço bem m'ias prateadas
E o basto de cinchar touro
Meu mango trança de doze,
Buçal e pelego mouro.
Quando meu basto se agarra,
Dou-le pau de afrouxa o couro.
Que de beiçudo maleva
Nunca guentei desaforo.
Quando meu basto se agarra
Num corcóvo bem cinchado
Parece até que o rio grande
Balança e pende pros lados
O corcóvo é mais bonito
Se for de um gateado oveiro
Pealado de corda e meia,
Prás graças do fazendeiro.
O potro bufa e coiceia,
Manoteando o chão brejeiro.
E sai riscando as paletas,
Contra os ferro garroneiros.
Te digo amigo zé claudio,
Que eu gineteio por farra.
Deitando chirca e macega,
Num enleio de pata e garra.
Na fazenda casa branca,
Se algum potro se desgarra.
Pinto de rubro as chilenas
Porque meu basto se agarra.